Um grupo de atletas e artistas, liderado pelo ex-boxeador Mike Tyson, enviou uma carta à Casa Branca pedindo mudanças nas leis sobre a maconha nos Estados Unidos. Eles querem que o presidente Donald Trump conceda clemência a pessoas presas por crimes não violentos relacionados à maconha e que a substância seja reclassificada, já que atualmente é considerada muito perigosa. Entre os signatários estão o jogador de basquete Kevin Durant e o ex-jogador Allen Iverson. A carta critica o ex-presidente Joe Biden por não cumprir promessas feitas em 2020, lembrando que muitas pessoas ainda estão presas por ações que agora são legais em vários estados. O grupo também menciona dificuldades que empresas de cannabis enfrentam para acessar serviços financeiros, mesmo gerando bilhões de dólares anualmente. Eles pedem que o governo trabalhe com o Congresso para garantir que essas empresas tenham acesso a oportunidades justas e seguras.
Um grupo de atletas e artistas, liderado pelo ex-campeão de boxe Mike Tyson, enviou uma carta à Casa Branca solicitando reformas na legislação sobre a maconha nos Estados Unidos. O documento, endereçado ao presidente Donald Trump, destaca a necessidade de clemência para crimes não violentos, a reclassificação da maconha e a eliminação de práticas bancárias discriminatórias.
Entre os signatários estão nomes de destaque, como o jogador da NBA Kevin Durant, o ex-jogador Allen Iverson, e os lutadores Roy Jones Jr. e Dez Bryant. A carta critica o ex-presidente Joe Biden por não ter cumprido promessas feitas durante a campanha de 2020, afirmando que muitos ainda estão presos por condutas que agora são legais em diversos estados.
Demandas da Carta
Os integrantes da coalizão pedem a reclassificação da maconha, atualmente classificada como substância da Tabela I pela Agência de Repressão às Drogas (DEA). A proposta é que a cannabis seja movida para a Tabela III, onde estão substâncias com uso médico aceito e menor potencial de dependência. O texto argumenta que a classificação atual é cientificamente ultrapassada e prejudicial economicamente.
Além disso, a carta menciona a “Operação Choke Point,” que investigou instituições financeiras com clientes em setores considerados de alto risco, afetando também empresas de cannabis. Apesar de atuarem legalmente em 40 estados e gerarem mais de 35 bilhões de dólares anualmente, essas empresas enfrentam barreiras no acesso a serviços financeiros e dificuldades para obter crédito.
Impactos Econômicos e Sociais
Os signatários ressaltam que, enquanto empresas estrangeiras de cannabis são listadas em bolsas americanas, os operadores locais são excluídos injustamente. O grupo apoia a ideia de que o governo deve trabalhar com o Congresso para garantir acesso bancário seguro e oportunidades econômicas justas para todos os negócios. A carta conclui enfatizando a necessidade de mudanças significativas na legislação sobre a maconha, refletindo as políticas estaduais e promovendo inovação e crescimento econômico.
Entre na conversa da comunidade