Roberval Andrade, piloto da ASG Motor Sport, foi preso em uma operação da Polícia Federal que investiga corrupção e lavagem de dinheiro. A Mercedes-Benz, patrocinadora da equipe, pediu o afastamento dele após a prisão, que ocorreu no dia 25 de outubro. A empresa afirmou que a decisão segue suas regras de compliance. A ASG Motor Sport defendeu Andrade, dizendo que ele sempre cumpriu suas obrigações e que acredita na sua inocência, aguardando o resultado das investigações, que estão em segredo de justiça. A operação, chamada Augusta, investiga também policiais civis e um advogado que supostamente vazavam informações sigilosas em troca de propinas. Durante a operação, foram apreendidos bens como um helicóptero e veículos de luxo. Um dos policiais envolvidos, Sérgio Ribeiro, foi levado para a delegacia. O advogado Anderson Domingues, que já tinha sido investigado antes, é acusado de usar informações privilegiadas para ajudar clientes, incluindo Andrade. As investigações continuam e os envolvidos podem enfrentar várias acusações.
Patrocinadora da equipe ASG Motor Sport, a Mercedes-Benz do Brasil exigiu o afastamento do piloto Roberval Andrade após sua prisão em uma operação da Polícia Federal. Andrade é investigado por um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro que envolve agentes públicos e particulares. A detenção ocorreu nesta quarta-feira, 25 de outubro, e a empresa afirmou que a decisão está alinhada com suas regras de compliance.
A ASG Motor Sport, por sua vez, defendeu a conduta profissional de Andrade, ressaltando que ele sempre cumpriu suas obrigações com a equipe. A equipe acredita no princípio da inocência e aguarda o desdobramento das investigações, que estão sob segredo de justiça. Em nota, a ASG se colocou à disposição das autoridades para colaborar.
A operação, batizada de Augusta, é um desdobramento de investigações anteriores e apura o envolvimento de policiais civis e um advogado em um esquema de vazamento de informações sigilosas. Andrade, campeão da Fórmula Truck e da Copa Truck, é um dos alvos principais, junto com dois investigadores da Polícia Civil de São Paulo. As investigações revelam que os envolvidos favoreciam ilegalmente pessoas em inquéritos criminais em troca de propinas.
Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em diversas localidades, incluindo a capital paulista e a Praia Grande. Durante a operação, foram apreendidos um helicóptero, veículos de luxo, dinheiro e armas. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que um dos investigadores, Sérgio Ribeiro, está sendo apresentado na Delegacia do Deinter 6 e passará por audiência de custódia.
Entre os investigados, destaca-se o advogado Anderson Domingues, que supostamente recebia informações privilegiadas para beneficiar clientes, incluindo Andrade. O advogado já havia sido investigado anteriormente por sua ligação com o tráfico de drogas. A operação visa desmantelar um esquema que envolve corrupção, violação de sigilo funcional e apresentação de documentos falsos. As investigações continuam em andamento, com os envolvidos podendo responder por diversos crimes.
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