A Operação Sem Desconto da Polícia Federal investiga fraudes no INSS, focando em R$ 6,3 bilhões em descontos irregulares em aposentadorias e pensões entre 2019 e 2024. A operação busca identificar cobranças não autorizadas feitas a beneficiários. Em abril, três pessoas foram presas na primeira fase da operação, que também cumpriu mandados de busca e apreensão e sequestrou bens que somam mais de R$ 1 bilhão. Em junho, mais duas pessoas foram detidas em Sergipe, desmentindo a ideia de que não houve prisões. A investigação mostra um esquema de descontos indevidos relacionados a associações de classe, sem a permissão dos aposentados e pensionistas. A operação é uma parceria entre a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União, visando responsabilizar os envolvidos e proteger os direitos dos beneficiários. A continuidade das investigações pode resultar em novas prisões e na recuperação dos valores desviados.
A Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, investiga fraudes no INSS, focando em R$ 6,3 bilhões em descontos irregulares em aposentadorias e pensões entre 2019 e 2024. A operação visa identificar cobranças não autorizadas feitas a beneficiários.
Contrariando informações circuladas nas redes sociais, três pessoas foram presas na primeira fase da operação, realizada em abril. Na ocasião, a PF cumpriu seis mandados de prisão e 211 mandados de busca e apreensão, além de ordens de sequestro de bens que totalizam mais de R$ 1 bilhão.
Em junho, a operação avançou com a prisão de mais duas pessoas em Sergipe, desmentindo a afirmação de que não houve detenções. A investigação revela um esquema de descontos indevidos relacionados a associações de classe, sem autorização dos aposentados e pensionistas.
A operação é uma parceria entre a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU), que busca responsabilizar os envolvidos na fraude. A cobrança irregular afeta diretamente os direitos dos beneficiários, que não consentiram com tais descontos.
A repercussão da operação destaca a importância de combater fraudes no sistema previdenciário, garantindo a proteção dos cidadãos. A continuidade das investigações pode levar a novas prisões e à recuperação dos valores desviados.
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