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Tribunal de Jerusalém nega adiamento de julgamento de Netanyahu por corrupção

Tribunal de Jerusalém nega adiamento do julgamento de Netanyahu, que enfrenta acusações de corrupção, após apoio de Trump por perdão judicial.

Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em visita a prédio atingido por mísseis iranianos em Rehovot (Foto: Jack GUEZ / POOL / AFP)
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O Tribunal Distrital de Jerusalém negou o pedido de Benjamin Netanyahu para adiar seu julgamento por corrupção por duas semanas. A decisão foi tomada após Donald Trump expressar apoio a Netanyahu, sugerindo um perdão judicial. A juíza Rivka Friedman-Feldman disse que não havia razões suficientes para interromper as audiências. Netanyahu enfrenta três acusações, incluindo fraude e suborno, e sua defesa argumentou que questões de segurança e diplomáticas justificavam o adiamento. Um dos casos envolve presentes recebidos de um magnata de Hollywood em troca de favores políticos, enquanto os outros dois referem-se a tentativas de obter cobertura favorável na mídia. Desde o início do processo, a defesa tem pedido adiamentos devido a compromissos diplomáticos e ações militares. Trump chamou o julgamento de “caça às bruxas” e pediu que fosse cancelado ou que Netanyahu recebesse um perdão. Netanyahu agradeceu o apoio, mas não mencionou a parte da mensagem de Trump que falava sobre a proteção dos EUA a Israel.

O Tribunal Distrital de Jerusalém negou nesta sexta-feira um pedido da defesa do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para adiar o julgamento de um de seus casos de corrupção por duas semanas. A decisão ocorreu um dia após o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestar apoio a Netanyahu, sugerindo um perdão judicial.

A juíza Rivka Friedman-Feldman argumentou que o pedido de adiamento não apresentava justificativas suficientes para interromper as audiências. A defesa alegou que questões de segurança e diplomáticas exigiam a pausa. Netanyahu enfrenta três acusações de corrupção, incluindo fraude e suborno, que avançaram para julgamento no ano passado.

Um dos casos envolve o recebimento de presentes de um magnata de Hollywood em troca de favores políticos. Os outros dois casos referem-se a tentativas de garantir cobertura favorável na mídia, oferecendo vantagens a acionistas e sócios. Desde o início do processo, a defesa tem solicitado adiamentos, citando compromissos diplomáticos e ações militares que interferem no andamento do julgamento.

Na quinta-feira, Trump descreveu o julgamento como uma “caça às bruxas” e pediu que fosse cancelado ou que Netanyahu recebesse um perdão. Em resposta, Netanyahu expressou gratidão pelo apoio, embora tenha omitido parte da mensagem de Trump, que ressaltava o papel dos EUA na proteção de Israel.

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