Romênio Pereira, candidato do Movimento PT, critica a aliança do partido com o Centrão e pede uma nova divisão do fundo partidário, dando mais recursos para pequenos e médios municípios. Ele afirma que o PT precisa ter mais espaço no governo e que não é possível vencer pela esquerda e formar um governo centrado. Pereira sugere que o foco do debate interno deve ser a reeleição do presidente Lula, em vez de disputas por cargos. Ele menciona que, no ano passado, São Paulo recebeu 30% dos recursos do fundo, mas elegeu apenas quatro prefeitos do PT, defendendo que a distribuição deve considerar a representatividade. Pereira alerta que, se o governo não mudar, o povo pode exigir mudanças. Ele critica a presença de partidos com ministérios que votam contra o governo, o que afeta a governabilidade. Ele também destaca a importância de a bancada do PT votar unida, mas com liberdade para discutir mudanças. Pereira observa que ainda há tempo para reformular o governo, citando a falta de representação ministerial de estados que têm muitos prefeitos do PT, como Minas Gerais e o Rio Grande do Sul, e a pressão por mudanças aumenta com a aproximação das eleições de 2026.
Candidato do Movimento PT, Romênio Pereira critica a aliança do partido com o Centrão e propõe a redivisão do fundo partidário, priorizando pequenos e médios municípios. Ele afirma que é necessário mais espaço para o petismo no governo, destacando que “não podemos ganhar pela esquerda e montar o governo pelo centro e pela direita”.
Pereira enfatiza que o debate interno do PT deve focar na reeleição do presidente Lula, em vez de disputas por cargos, como a secretaria de Finanças. Ele destaca que, no ano passado, São Paulo recebeu 30% dos recursos do fundo, mas elegeu apenas quatro prefeitos do PT. Para ele, a distribuição deve levar em conta a representatividade, não apenas o número de eleitores.
Em uma recente declaração, Pereira afirmou: “Ou o governo muda, ou o povo muda o governo”. Ele sugere que Lula deve realizar mudanças significativas na composição do governo, já que a vitória foi conquistada com um voto popular progressista. Pereira observa que há partidos com ministérios que votam contra o governo, o que compromete a governabilidade.
Propostas e Críticas
O candidato sugere que a bancada do PT deve votar em uníssono com o governo, mas ressalta a importância de ter liberdade para discutir as mudanças necessárias. Ele menciona que, apesar das críticas ao Banco Central durante a gestão de Roberto Campos Neto, as vozes se calaram após a indicação de Gabriel Galípolo por Fernando Haddad.
Pereira conclui que ainda há tempo para um redesenho do governo, citando a disparidade na representação dos estados. Minas Gerais, por exemplo, elegeu 40 prefeitos do PT e possui apenas uma ministra, enquanto o Rio Grande do Sul não tem representação ministerial. A pressão por mudanças se intensifica à medida que se aproxima a eleição de 2026.
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