A Audiência de Instrução e Julgamento de Eduardo Castro Bigno, acusado de feminicídio pela morte de sua companheira Jessica Stephanie Cavalcanti, está marcada para o dia 3 de julho, às 13h. Jessica, de 31 anos, trabalhava na Defensoria Pública do Rio. Eduardo levou Jessica ao hospital Niterói D’Or em fevereiro, alegando que ela havia cometido suicídio. No entanto, a perícia mostrou sinais de violência e que a causa da morte foi asfixia. O Ministério Público do Rio de Janeiro aceitou a denúncia, e a prisão preventiva de Eduardo foi mantida. A audiência vai ouvir testemunhas da acusação e da defesa, sendo um passo importante para o caso. A morte de Jessica levanta questões sobre a violência contra a mulher e a necessidade de ações para combater o feminicídio no Brasil.
Está agendada para o dia 3 de julho, às 13h, a Audiência de Instrução e Julgamento do caso de Eduardo Castro Bigno, acusado de feminicídio pela morte de sua companheira, Jessica Stephanie Cavalcanti. A vítima, de 31 anos, trabalhava como residente jurídica na Defensoria Pública do Rio.
No dia 4 de fevereiro, Eduardo levou Jessica, já sem vida, ao hospital Niterói D’Or, em Icaraí. Ele alegou que a companheira teria cometido suicídio após ingerir medicamentos controlados em excesso. Contudo, a perícia realizada no Instituto Médico Legal revelou sinais de violência e indicou que a causa da morte foi asfixia.
A denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro foi aceita pela 3ª Vara Criminal de Niterói, que também manteve a prisão preventiva do acusado. A audiência contará com o depoimento de testemunhas tanto da acusação quanto da defesa, um passo crucial para o andamento do processo.
O caso de Jessica, que atuava na defesa dos direitos humanos, traz à tona a discussão sobre a violência contra a mulher e a necessidade de medidas eficazes para combater o feminicídio no Brasil. A expectativa é que a audiência traga novos desdobramentos e esclarecimentos sobre os fatos que levaram à morte da jovem.
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