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Penitenciária de Brasília solicita cargos e destaca risco de Marcola e máfia italiana

Segurança da Penitenciária Federal em Brasília é ameaçada pela falta de efetivo, com apenas 30% do necessário para garantir a ordem.

A penitenciária em Brasília faz parte da rede de unidades federais. (Foto: Divulgação/Senappen)
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O chefe da Divisão de Segurança da Penitenciária Federal em Brasília pediu mais policiais penais devido à falta de efetivo, que está comprometendo a segurança do local. A penitenciária, que abriga líderes de facções criminosas como o PCC e a ‘Ndrangheta, está operando com apenas 30% do número necessário de agentes. O sindicato dos policiais penais já havia alertado sobre essa situação crítica, que gera preocupações sobre a segurança dos trabalhadores e da unidade. Para lidar com a escassez, a administração tem usado policiais da Força Penal nas torres de vigilância, mas essa prática é considerada ilegal pelo sindicato. A Secretaria Nacional de Políticas Penais afirmou que a penitenciária está funcionando dentro dos padrões de segurança, mas não revelou quantos agentes e presos estão presentes. A situação é ainda mais preocupante com o aumento das responsabilidades da Polícia Penal, que agora inclui atividades de inteligência e gestão administrativa, além da custódia dos presos. A falta de pessoal se torna um problema constante, especialmente após a fuga de dois detentos de outra penitenciária, que gerou uma crise no governo federal.

O chefe da Divisão de Segurança da Penitenciária Federal em Brasília solicitou reforço de policiais penais devido à escassez de efetivo que compromete a segurança da unidade. O pedido, feito em maio, destaca a necessidade de aumentar o número de agentes, especialmente considerando a presença de líderes de facções criminosas como o PCC e a ‘Ndrangheta.

A penitenciária, que abriga detentos de alta periculosidade, opera atualmente com apenas 30% do efetivo necessário. O sindicato dos policiais penais já havia alertado sobre a situação crítica, afirmando que os plantões têm funcionado com um contingente reduzido, o que gera preocupações sobre a segurança dos agentes e da unidade.

Recentemente, a administração da penitenciária tem utilizado policiais da Força Penal nas torres de vigilância para contornar a falta de efetivo. No entanto, essa medida é criticada pelo sindicato, que a considera ilegal, já que a atuação da Força Penal deve ser episódica e restrita a fins de treinamento.

A Senappen (Secretaria Nacional de Políticas Penais) defendeu que a penitenciária opera com um efetivo compatível com os protocolos de segurança, sem comprometer a ordem e a disciplina. A secretaria não divulgou a quantidade exata de agentes e presos, citando questões de segurança.

A situação se agrava em um contexto de aumento das atribuições da Polícia Penal, que agora inclui atividades de inteligência e gestão administrativa, além da custódia dos presos. A falta de pessoal é uma preocupação constante, especialmente após a fuga de dois detentos da Penitenciária Federal de Mossoró, que gerou uma crise no governo federal e exigiu investimentos em infraestrutura de segurança.

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