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Polícia se recusa a esclarecer guerra suja contra Podemos em depoimento judicial

Ex-inspector Bonifacio Díaz nega envolvimento em investigações ilegais contra o Podemos, apesar de evidências que o implicam no caso.

Bonifacio Díaz Sevillano, durante sua declaração no Congresso em abril de 2021. (Foto: Kiko Huesca/EFE)
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O inspector chefe Bonifacio Díaz, que está sendo investigado por sua suposta participação em ações ilegais contra o partido Podemos, se declarou inocente durante sua audiência na Audiencia Nacional. Ele negou ter envolvimento em investigações contra o partido, apesar de evidências que o ligam ao caso. Durante a audiência, Díaz optou por não responder a perguntas do juiz, apenas se dirigindo à sua defesa. Ele é conhecido por ter sido próximo do comissário Eugenio Pino, que chefiou a Polícia Nacional durante o governo de Mariano Rajoy. A acusação contra Díaz surgiu após declarações de ex-altos cargos venezuelanos, que afirmaram que ele se reuniu com eles e compartilhou informações sobre membros do Podemos. O partido já havia mencionado que, em depoimento anterior, o ex-agente negou ter discutido qualquer assunto relacionado ao Podemos, levantando dúvidas sobre a veracidade de suas declarações. As investigações mostram que Díaz pode ter participado de atividades ilegais de coleta de informações contra o Podemos, além de estar ligado a outro caso de espionagem política conhecido como operação Kitchen. Essas investigações revelam um esquema que envolveu ações ilegais por parte de agentes da Polícia Nacional, questionando a integridade das instituições durante o governo do Partido Popular.

El inspector chefe Bonifacio Díaz, implicado na investigação sobre a guerra suja contra o partido Podemos, negou qualquer participação em ações ilegais durante sua audiência na Audiencia Nacional. O ex-agente da Polícia Nacional, que se aposentou, afirmou que não esteve envolvido em investigações contra o partido de esquerda, apesar das evidências que o ligam ao caso.

Durante a audiência, Díaz exerceu seu direito de não responder a perguntas do juiz Santiago Pedraz, limitando-se a responder apenas à sua defesa. O interrogatório foi breve e não surpreendeu as acusações, dado o histórico do ex-inspector como um dos colaboradores mais próximos do comissário Eugenio Pino, que liderou a Polícia Nacional durante o governo de Mariano Rajoy.

A imputação de Díaz ocorreu após declarações de ex-altos cargos venezuelanos, que alegaram que ele se reuniu com eles e apresentou informações sobre membros do Podemos. O partido já havia indicado que, em depoimento anterior, o ex-agente negou ter discutido qualquer questão relacionada ao Podemos, o que levantou suspeitas sobre a veracidade de suas declarações.

Evidências apontam que Díaz pode ter participado de atividades de coleta de informações contra o Podemos, fora de qualquer procedimento legal. A guerra suja contra o partido incluiu a criação de documentos falsos e contatos com ex-mandatários venezuelanos, conforme revelado por diversas fontes. Além disso, o ex-inspector também está implicado em outro caso, conhecido como operação Kitchen, que visa espionagem política.

As investigações sobre a guerra suja contra o Podemos revelam um esquema complexo que envolveu ações ilegais e manipulações por parte de agentes da Polícia Nacional, levantando questões sobre a integridade das instituições durante o governo do Partido Popular.

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