Um ato convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro aconteceu na avenida Paulista, em São Paulo, com a presença de apoiadores e do governador Tarcísio de Freitas. Durante a manifestação, um grupo de skatistas protestou contra Bolsonaro, gritando ofensas. A quantidade de pessoas foi menor do que em protestos anteriores, e muitos bolsonaristas reconheceram que o público estava reduzido. O deputado Sóstenes Cavalcante disse que isso se deve ao fim do mês e a um jogo de futebol entre Flamengo e Bayern de Munique, que pode ter desmotivado alguns apoiadores. Além disso, o início das férias escolares também pode ter influenciado a participação.
Um ato convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ocorreu neste domingo (29) na avenida Paulista, em São Paulo, reunindo apoiadores e políticos aliados, como o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Durante a manifestação, um grupo de skatistas protestou contra Bolsonaro, gritando palavras de ordem como “Ei, Bolsonaro, vai tomar no cu”.
A participação no ato foi visivelmente menor do que em manifestações anteriores. Os bolsonaristas presentes reconheceram que o público estava mais esvaziado. Em frente ao Masp, a multidão não preencheu um quarteirão, enquanto do outro lado, na altura da rua Peixoto Gomide, o público se espalhou por cerca de dois quarteirões.
O deputado Sóstenes Cavalcante, líder do PL no Congresso, atribuiu o esvaziamento a fatores como o fim do mês e um jogo de futebol. Ele destacou que muitos apoiadores enfrentam despesas com transporte e outras contas no final do mês. “Acho interessante quem fala que está mais esvaziado. Realmente, é o penúltimo dia do mês”, afirmou.
Além disso, o jogo do Flamengo contra o Bayern de Munique, pela Copa do Mundo de Clubes, também pode ter desmotivado a presença de alguns apoiadores. O evento ocorre em um momento em que muitas escolas iniciam as férias, o que pode ter impactado a mobilização.
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