A deputada federal Carla Zambelli, que está foragida na Itália, recebeu homenagens durante atos na Avenida Paulista. O deputado Sóstenes Cavalcanti pediu aplausos para ela, alegando que ela está sendo perseguida pelo judiciário. Zambelli agradeceu o apoio do público e lembrou seu início na política em 2011, além de sua participação em atos do movimento feminista Femen em 2010. Em maio, o Supremo Tribunal Federal a condenou a dez anos de prisão por invasão de sistemas do Conselho Nacional de Justiça, e a deputada teve a prisão solicitada após deixar o Brasil. O presidente da Câmara, Hugo Motta, pediu a cassação de seu mandato, que está em análise na Comissão de Constituição e Justiça. Atualmente, Zambelli está em licença de 127 dias, e o deputado Coronel Tadeu ocupa sua vaga temporariamente.
Foragida na Itália, a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) recebeu homenagens durante os atos na Avenida Paulista neste domingo. O deputado Sóstenes Cavalcanti (RJ), líder do PL na Câmara, pediu aplausos para Zambelli, além do general Walter Braga Netto e do ex-deputado Daniel Silveira, alegando “perseguição do judiciário brasileiro”.
Zambelli expressou sua gratidão pelo apoio do público, afirmando: “É muito bom ver que o povo não me esqueceu e guarda esse carinho por mim.” A parlamentar, que é uma das fundadoras do grupo NasRuas, destacou seu início na política, que remonta a 2011, e sua participação em atos do movimento feminista ucraniano Femen no Brasil, em 2010.
Em maio, o Supremo Tribunal Federal condenou Zambelli a dez anos de prisão por invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com o auxílio de um hacker, para adulterar documentos. Após deixar o Brasil, a deputada teve a prisão solicitada pela Corte. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou em junho um pedido de cassação de seu mandato à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Atualmente, Zambelli está em licença de 127 dias do mandato, e o deputado Coronel Tadeu (PL-SP) ocupa sua vaga temporariamente. O pedido de cassação deve ser votado pela CCJ antes de seguir para o plenário da Casa.
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