Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Câmara aprova projeto que isenta policiais de punição por motins em ordens ilegais

Comissão aprova mudança que isenta militares de punição por desobediência a ordens ilegais no Código Penal Militar.

Deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB). (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)
0:00
Carregando...
0:00
  • A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que altera a definição do crime de motim no Código Penal Militar.
  • A proposta exclui a punição para militares que desobedecem ordens superiores manifestamente ilegais.
  • Também remove o aumento de pena para os líderes de motins.
  • O relator da proposta, Sargento Portugal, argumentou que a mudança é necessária para proteger os subordinados de ordens ilegais.
  • O projeto seguirá para a Comissão de Relações Exteriores e, em seguida, para a Comissão de Constituição e Justiça antes da votação no plenário.

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira, 1º, um projeto de lei que altera a definição do crime de motim no Código Penal Militar. A proposta exclui a punição para militares que desobedecerem ordens superiores manifestamente ilegais e remove o aumento de pena para os líderes de motins.

O relator da proposta, Sargento Portugal (Podemos-RJ), defendeu que a mudança é necessária para proteger os subordinados diante de ordens que vão contra a legalidade. Atualmente, a legislação permite que a obediência a ordens hierárquicas exclua a punição em algumas situações, mas não se aplica ao crime de motim. “É preciso ampliar a proteção ao subordinado”, afirmou o relator.

O crime de motim, conforme o Código Penal Militar, ocorre quando militares se reúnem para resistir a ordens superiores, incitar violência ou ocupar instalações militares. As penas variam de 4 a 8 anos de reclusão, com um aumento de um terço para os líderes. A proposta agora seguirá para a Comissão de Relações Exteriores e, posteriormente, para a Comissão de Constituição e Justiça antes de ser votada no plenário.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais