- A Fiscalía General da Colômbia abriu uma investigação sobre áudios secretos que envolvem o ex-canciller Álvaro Leyva em um suposto plano para derrubar o presidente Gustavo Petro.
- Os áudios, divulgados pelo jornal El País, indicam que Leyva discutiu um acordo nacional com grupos armados, como o ELN e o Clan do Golfo, e mencionou a suposta complicidade dos Estados Unidos.
- A investigação foi motivada por denúncias recebidas e um pedido formal da vice-presidente França Márquez, que se distanciou de Leyva.
- O presidente Petro classificou a situação como um “golpe blando” e afirmou que já tinha conhecimento das gravações antes de sua divulgação.
- A classe política e a população estão em alerta, dada a gravidade da crise institucional que a Colômbia enfrenta.
A Fiscalía General da Colômbia anunciou a abertura de uma investigação sobre áudios secretos que envolvem o ex-canciller Álvaro Leyva em um suposto plano para derrubar o presidente Gustavo Petro. As gravações, reveladas pelo jornal El País, indicam que Leyva discutiu a necessidade de um acordo nacional com grupos armados, como o ELN e o Clan do Golfo, além de mencionar a suposta complicidade dos Estados Unidos.
A investigação foi motivada por denúncias recebidas pela Fiscalía e por um pedido formal da vice-presidente França Márquez, que também se distanciou de Leyva. Em sua carta à procuradora-geral, Luz Adriana Camargo, Márquez solicitou uma apuração rigorosa sobre as alegações. Nos áudios, Leyva sugere que a vice-presidente poderia ser sua sucessora, o que gerou ainda mais tensão política.
Petro classificou a situação como um “golpe blando” e afirmou que Leyva não negou suas intenções. O presidente também mencionou que já tinha conhecimento das gravações antes de sua divulgação. A relação entre Leyva e grupos armados levanta preocupações sobre a segurança e a estabilidade do governo.
A investigação da Fiscalía se concentra em três aspectos principais: a denúncia prévia, o pedido de Márquez e as informações divulgadas recentemente. A classe política e a população estão em estado de alerta, uma vez que a Colômbia não costuma enfrentar crises institucionais dessa magnitude. A situação atual pode ter implicações significativas para o futuro do governo de Petro e para a política do país.
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