- O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, firmou um acordo com o governo de Donald Trump para prender líderes da MS-13 em troca de apoio político.
- A informação foi revelada por uma investigação do New York Times e aponta para um pacto que compromete investigações nos Estados Unidos.
- Promotores americanos afirmam que líderes da MS-13 concordaram em reduzir a violência e apoiar Bukele em troca de benefícios na prisão.
- A MS-13, formada por imigrantes salvadorenhos na década de 1980, é uma organização criminosa transnacional com cerca de 30 mil membros em 46 estados americanos.
- O acordo levanta preocupações sobre a eficácia das ações do governo americano contra a gangue, que é conhecida por sua brutalidade e atividades ilícitas.
Quando o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, firmou um acordo com o governo de Donald Trump para prender líderes da MS-13, ele buscava apoio político em troca. A informação, revelada por uma investigação do New York Times, aponta para um pacto corrupto que compromete investigações nos Estados Unidos.
Promotores americanos alegam que líderes da MS-13 concordaram em reduzir a violência e apoiar Bukele em troca de benefícios financeiros e privilégios na prisão. Essa colaboração, iniciada durante o primeiro governo Trump, pode prejudicar casos importantes contra membros da gangue, dificultando a cooperação de outros réus.
A MS-13, considerada uma organização criminosa transnacional, surgiu em Los Angeles na década de 1980, formada por imigrantes salvadorenhos. Com o tempo, a gangue se espalhou por outros países da América Central e até mesmo pela Espanha. O FBI estima que a MS-13 tenha cerca de 30 mil membros globalmente, com presença em 46 estados americanos.
Conhecida por sua brutalidade, a gangue realiza atividades como tráfico de drogas, extorsão e sequestros. O lema da organização, “matar, estuprar, controlar”, reflete a violência extrema que a caracteriza. O recrutamento de novos membros, muitas vezes adolescentes em situação de vulnerabilidade, envolve rituais de iniciação e testes de lealdade.
O acordo entre Bukele e Trump, que visava combater a MS-13, agora levanta preocupações sobre a eficácia das ações do governo americano contra a gangue. A situação atual pode minar uma das iniciativas mais significativas da administração Trump, que prometeu desmantelar a organização criminosa.
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