- Dario Durigan, secretário-executivo da Fazenda, reconheceu que o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) pode não ter sido a melhor solução para evitar uma crise fiscal.
- As declarações foram feitas durante a 17ª Annual Brazil Equity Conference, em São Paulo.
- Durigan destacou a necessidade de ajustes fiscais e a importância de discutir temas como Juros sobre Capital Próprio (JCP) e regulação de apostas.
- Ele mencionou que a arrecadação do IOF tem diminuído desde 2022, afetando as contas públicas.
- O governo busca evitar uma crise fiscal e está comprometido em priorizar a saúde financeira do país.
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, reconheceu que o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) pode não ter sido a melhor solução, mas destacou que foi uma das poucas alternativas disponíveis para evitar uma crise fiscal. As declarações foram feitas durante a 17ª Annual Brazil Equity Conference, realizada em São Paulo.
Durigan enfatizou a necessidade de ajustes fiscais e a importância de discutir temas como Juros sobre Capital Próprio (JCP) e a regulação de apostas. Ele afirmou que a arrecadação do IOF tem diminuído desde 2022, gerando distorções nas contas públicas. O secretário também mencionou que o ritmo de ajuste fiscal não atendeu às expectativas do governo, que desejava implementar mudanças mais rapidamente.
O secretário-executivo ressaltou que, se as medidas fiscais não tivessem sido “desidratadas” durante o debate público, o Brasil poderia ter alcançado um superávit primário em 2024. Durigan afirmou que o governo está comprometido em evitar uma crise fiscal e que a medida do IOF, embora difícil, foi adotada após um estudo técnico.
Ele também comentou sobre a necessidade de engajamento da população nas discussões sobre as propostas fiscais. Durigan concluiu que, apesar das dificuldades, o governo está focado em colocar as contas públicas em primeiro lugar, reconhecendo que ajustes são essenciais para a saúde financeira do país.
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