- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu a atuação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, após a derrubada de decretos que aumentavam o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
- Lula elogiou a seriedade de Haddad e afirmou que ambos enfrentam um alto custo por sua honestidade.
- O presidente criticou o Congresso por não reduzir privilégios e alegou que a derrubada do aumento do IOF foi influenciada por lobistas.
- Ele se referiu ao discurso sobre “justiça tributária” como uma tentativa de dividir a população, em resposta a críticas do presidente da Câmara, Hugo Motta.
- Lula reiterou que a honestidade tem um preço e expressou o desejo de deixar a presidência podendo andar de cabeça erguida.
Em meio a tensões entre o governo e o Congresso, o presidente Lula defendeu, nesta terça-feira, a atuação de Fernando Haddad no Ministério da Fazenda. A declaração ocorreu após a derrubada dos decretos que aumentavam o IOF, gerando atritos sobre a política fiscal.
Lula elogiou a seriedade de Haddad, afirmando que ambos enfrentam um alto custo por sua honestidade. O presidente destacou que poucos países têm um ministro da Fazenda com a integridade de Haddad e criticou a falta de cobrança sobre a estabilidade fiscal durante o governo anterior. “A gente paga muito preço por ser honesto”, afirmou.
Críticas ao Congresso
O presidente também responsabilizou o Congresso pela manutenção de privilégios, alegando que a derrubada do aumento do IOF foi influenciada por lobistas. Ele se referiu ao discurso sobre “justiça tributária” como uma tentativa de dividir a população, em resposta às críticas do presidente da Câmara, Hugo Motta.
Lula reiterou que a honestidade tem um preço e que, ao deixar a presidência, deseja poder andar de cabeça erguida. A situação reflete um cenário de crescente tensão entre o Executivo e o Legislativo, com implicações significativas para a política fiscal do país.
Entre na conversa da comunidade