- Os advogados Paulo Cunha Bueno, Fábio Wajngarten e Eduardo Kuntz deporão na Polícia Federal em São Paulo nesta terça-feira, às 15h.
- As oitivas visam esclarecer alegações de tentativas de influência indevida sobre a defesa de Mauro Cid no Supremo Tribunal Federal.
- As acusações surgiram após relatos da mãe e da esposa de Cid, que enviaram documentos ao STF, e uma de suas filhas entregou o celular para perícia.
- Paulo Cunha Bueno defende Jair Bolsonaro no inquérito do golpe, enquanto Wajngarten e Kuntz representam outros interesses na mesma ação.
- As investigações estão em andamento e podem trazer novos desdobramentos para o caso.
Chamados a depor na investigação de obstrução de Justiça relacionada à delação de Mauro Cid, os advogados Paulo Cunha Bueno, Fábio Wajngarten e Eduardo Kuntz prestarão depoimentos simultâneos na Polícia Federal em São Paulo, nesta terça-feira, às 15h. As oitivas visam esclarecer alegações de tentativas de influência indevida sobre a defesa de Cid no Supremo Tribunal Federal (STF).
Os advogados estão envolvidos em acusações de abordagens impróprias ao delator e sua família. Paulo Cunha Bueno defende Jair Bolsonaro no inquérito do golpe, enquanto Wajngarten, ex-chefe da Secom, e Kuntz representam outros interesses na mesma ação. As denúncias surgiram após relatos da mãe e da esposa de Cid, que enviaram documentos ao STF, e uma de suas filhas entregou o celular para perícia.
Durante os depoimentos, espera-se que novas informações sobre as omissões de Cid e de seus familiares venham à tona. O delator afirmou que, em 2023, os advogados tentaram contatá-lo para influenciar sua defesa no Supremo. As investigações estão em andamento e podem trazer desdobramentos significativos para o caso.
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