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Brasileiro é detido nos EUA por comercializar green cards falsificados

Liene Tavares de Barros Jr. é condenado por venda de documentos falsos e enfrenta nova deportação após cumprir pena nos EUA.

Green card (Foto: Getty Images/iStockphoto)
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  • Liene Tavares de Barros Jr., brasileiro de 40 anos, foi condenado a cinco meses de prisão e dois anos de liberdade condicional nos Estados Unidos.
  • Ele foi flagrado vendendo documentos falsos, como green cards e cartões de seguro social, em Woburn, Massachusetts.
  • A venda ocorreu em outubro de 2024, quando Liene vendeu um green card e um cartão de seguro social por $ 250.
  • Em dezembro de 2024, ele vendeu mais dois green cards e dois cartões de seguro social por $ 500.
  • Liene também enfrenta um processo por reentrada ilegal nos Estados Unidos após ser deportado em 2010, podendo ser deportado novamente após cumprir sua pena.

Liene Tavares de Barros Jr., um brasileiro de 40 anos, foi condenado a cinco meses de prisão e dois anos de liberdade condicional nos Estados Unidos por vender documentos falsos, incluindo green cards e cartões de seguro social. Ele foi detido em Woburn, Massachusetts, após ser flagrado por um agente da Homeland Security Investigations.

A venda dos documentos ocorreu em outubro de 2024, quando Liene vendeu um green card e um cartão de seguro social por US$ 250. Em dezembro do mesmo ano, ele foi novamente abordado pelo mesmo agente, que adquiriu mais dois green cards e dois cartões de seguro social falsos, desta vez por US$ 500. A prisão de Liene aconteceu em março de 2025, e ele assumiu a culpa em audiência no dia 8 de maio.

Acusações e Consequências

Além das acusações relacionadas à venda de documentos falsos, Liene também enfrentou um processo por ter retornado ilegalmente aos Estados Unidos após ser deportado em 2010. A pena máxima para a venda de documentos falsos pode chegar a 15 anos de prisão, enquanto a reentrada ilegal pode resultar em até dois anos de reclusão. Apesar da condenação de cinco meses, ele está sujeito a nova deportação após cumprir sua pena.

O Itamaraty não comentou o caso, e o Ministério das Relações Exteriores não respondeu às solicitações de informações. A identidade de Liene não foi confirmada, e não há informações sobre sua defesa legal.

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