- A vereadora Amanda Vettorazzo (União Brasil) propôs R$ 1 milhão em emendas para a Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo.
- O valor será destinado à compra de um canhão sonoro e um carro blindado.
- O canhão sonoro, conhecido como Dispositivo Acústico de Longo Alcance (LRAD), pode emitir sons de até 160 decibéis e será usado para dispersar bailes funks.
- A emenda de R$ 600 mil é para a aquisição do veículo blindado, que atuará em conjunto com o LRAD.
- A proposta ocorre em meio à instalação da CPI dos Pancadões, que investiga festas clandestinas que perturbam o sossego público.
A vereadora Amanda Vettorazzo (União Brasil) propôs a destinação de R$ 1 milhão em emendas parlamentares para a Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo, visando a compra de um canhão sonoro e um carro blindado. O objetivo é dispersar bailes funks e melhorar a segurança pública na cidade.
O equipamento solicitado, conhecido como LRAD (Dispositivo Acústico de Longo Alcance), é um alto-falante potente que pode emitir sons de até 160 decibéis, superando o barulho de um jato em decolagem. Segundo a vereadora, o canhão sonoro será utilizado em operações da GCM para dispersar multidões em eventos que perturbem o sossego público, como os chamados pancadões.
O gabinete de Vettorazzo destacou que a tecnologia do LRAD não se limita à dispersão, mas também serve como um meio de comunicação em situações de emergência. A vereadora enfatizou que o uso do equipamento é seguro tanto para os cidadãos quanto para os agentes da GCM.
Além do canhão sonoro, a emenda de R$ 600 mil destina-se à aquisição de um veículo blindado para a GCM, que será utilizado em conjunto com o LRAD. A secretaria de Segurança Urbana de São Paulo informou que a compra do canhão passará por avaliação técnica antes de ser efetivada.
A proposta surge em um contexto onde a Câmara Municipal instalou a CPI dos Pancadões para investigar a perturbação do sossego causada por festas clandestinas. Vettorazzo, em seu primeiro mandato, já havia sido autora da Lei anti-Oruam, que proíbe shows que façam apologia ao crime, em resposta a polêmicas envolvendo o rapper Oruam.
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