- Ciro Gomes, ex-ministro e figura central do Partido Democrático Trabalhista (PDT), expressou descontentamento com a aproximação do partido ao Partido dos Trabalhadores (PT) no Ceará.
- Ele se reuniu com colegas do PDT e afirmou que não tomará decisões sobre sua filiação ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) por enquanto.
- Ciro criticou a subserviência da bancada federal do PDT ao governo Lula, embora reconheça uma melhora na postura dos parlamentares.
- O ex-ministro foi sondado por Tasso Jereissati, que mencionou que Marconi Perillo, presidente do PSDB, entraria em contato.
- Ciro optou por não atender a Perillo, afirmando que não considera a questão de sua filiação como prioritária neste momento.
Ciro Gomes, ex-ministro e figura central do PDT, manifestou seu descontentamento com a aproximação do partido ao PT no Ceará. Recentemente, ele se reuniu com colegas para esclarecer que, por enquanto, não tomará decisões sobre sua possível filiação ao PSDB.
Em um desabafo, Ciro expressou sua insatisfação com a subserviência da bancada federal do PDT ao governo Lula. Ele destacou que, embora a situação tenha melhorado com uma postura mais independente dos parlamentares, ainda não está satisfeito com a direção que o partido está tomando no estado.
O ex-ministro revelou que foi sondado por Tasso Jereissati, com quem mantém uma relação de longa data. Jereissati mencionou que Marconi Perillo, presidente do PSDB, entraria em contato. No entanto, Ciro optou por não atender ao dirigente tucano, afirmando que não há decisões a serem tomadas neste momento.
Ciro enfatizou que sua posição atual não significa uma negativa ao PSDB, mas também não indica que permanecerá no PDT. Ele deixou claro que, neste momento, não considera essa questão como prioritária. O futuro político de Ciro Gomes continua incerto, mas sua insatisfação com o rumo do PDT é evidente.
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