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Companhia aérea cancela voo de Tabata para os EUA e gera polêmica

Tabata Amaral busca aumentar indenização para R$ 15 mil após cancelamento de voo da United Airlines que a fez perder compromissos importantes.

Justiça mandou United Airlines indenizar Tabata, mas empresa recorreu (Foto: Mario Agra/Câmara dos Deputados)
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  • A deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) processa a United Airlines após o cancelamento de um voo de Brasília para Chicago em março de 2023.
  • O cancelamento resultou na perda de compromissos importantes, incluindo uma reunião com uma ex-ministra do Chile e uma palestra na University of Chicago.
  • A defesa de Tabata apresentou um recurso para aumentar a indenização de R$ 8 mil para R$ 15 mil por danos morais.
  • A United Airlines argumenta que o cancelamento foi devido a uma manutenção não programada, caracterizando um caso fortuito e isentando-se de responsabilidade.
  • A juíza Gabriela Afonso Ohanian já havia determinado a indenização inicial, mas a defesa alega que a empresa deve ser responsabilizada por não realizar manutenções preventivas.

A disputa judicial entre a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) e a United Airlines se intensifica após o cancelamento de um voo que resultou na perda de compromissos importantes em março de 2023. A defesa da parlamentar apresentou um recurso buscando aumentar a indenização de R$ 8.000 para R$ 15.000 por danos morais.

O cancelamento ocorreu quando Tabata, após embarcar em Brasília com destino a Chicago, foi informada sobre a remarcação do voo para o dia seguinte, com saída de Campinas. A juíza Gabriela Afonso Ohanian já havia determinado a indenização inicial, mas a defesa argumenta que a empresa não pode se isentar de responsabilidade por manutenção não programada da aeronave.

Detalhes do Caso

No recurso, a advogada Mariana de Albuquerque Pontes Mathias destacou que a parlamentar perdeu três compromissos institucionais de grande relevância, incluindo uma reunião com uma ex-ministra do Chile e uma palestra na University of Chicago. A defesa também argumenta que os juros de mora devem ser contados a partir da data do evento danoso.

A United Airlines, por sua vez, alegou que o cancelamento foi causado por uma manutenção não programada, caracterizando um caso fortuito. A empresa defende que essa situação é imprevisível e, portanto, não gera obrigação de indenização. Contudo, a magistrada ressaltou que a companhia aérea tem a responsabilidade de realizar manutenções preventivas para evitar tais incidentes.

A disputa continua e novos desdobramentos são esperados nas próximas semanas, à medida que o recurso avança no sistema judiciário.

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