- Um casal brasileiro residente no Reino Unido, Hugo Barbosa e Ana Luiza Cabral Gouveia, enfrentou a decisão do governo britânico de deportar seus filhos para o Brasil.
- As autoridades alegaram que as crianças não tinham direito à permanência no país.
- Após a repercussão do caso, o Ministério do Interior do Reino Unido ofereceu a possibilidade de um novo pedido de visto para as crianças e reembolsou a taxa de aplicação anterior, que era de cerca de R$ 38 mil.
- A família havia solicitado a residência permanente para os filhos, mas o pedido foi negado, pois ambos os pais deveriam ser residentes permanentes ou cidadãos britânicos.
- A nova proposta permite que as crianças solicitem um visto de Dependente de Trabalhador Qualificado, vinculado ao visto da mãe.
Um casal brasileiro residente no Reino Unido, Hugo Barbosa e Ana Luiza Cabral Gouveia, enfrentou a decisão do governo britânico de enviar seus filhos, Guilherme, de 11 anos, e Luca, de 8, de volta ao Brasil. As autoridades alegaram que as crianças não tinham direito à permanência no país, uma situação que gerou grande repercussão.
Após a pressão pública, o Ministério do Interior do Reino Unido reavaliou o caso e ofereceu a possibilidade de um novo pedido de visto para as crianças. Além disso, o governo anunciou o reembolso da taxa de aplicação anterior, que totalizava cerca de R$ 38 mil. Hugo expressou alívio com a nova decisão, embora tenha destacado que não era exatamente o que a família esperava. Ele afirmou que a oportunidade de solicitar um novo visto é uma vitória parcial.
A família havia solicitado a residência permanente para os filhos, mas o pedido foi negado. O governo britânico justificou que, para as crianças permanecerem, ambos os pais deveriam ser residentes permanentes ou cidadãos britânicos, ou um deles deveria ter a guarda exclusiva. A mãe, Ana Luiza, possui um visto de trabalho, enquanto Hugo já obteve a residência permanente.
As crianças, que vivem no Reino Unido há anos, enfrentam dificuldades adicionais, como a possibilidade de perder a vaga na escola primária. A situação se complicou após o divórcio dos pais, que, apesar de manterem um relacionamento amigável, resultou em implicações legais inesperadas. A nova proposta do governo permite que os meninos solicitem um visto de Dependente de Trabalhador Qualificado, vinculado ao visto da mãe.
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