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Partidos são acusados de sabotagem e coordenador pede nova repactuação política

Partidos da base aliada de Lula acionam STF para validar derrubada do aumento do IOF, gerando críticas e exigindo nova aliança política.

Presidente Lula durante visita à ex-presidente argentina Cristina Kirchner: partidos com ministérios acionaram STF para manter decreto que sustou aumento do IOF (Foto: Tomas Cuesta/REUTERS)
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  • Oito partidos da base aliada do governo Lula, incluindo PP, Republicanos e União Brasil, protocolaram uma Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) no Supremo Tribunal Federal (STF) para validar a derrubada do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
  • A medida gerou críticas, sendo considerada uma tentativa de sabotagem à agenda econômica do governo.
  • Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do Prerrogativas, afirmou que a ação é ousada e exige uma repactuação das alianças.
  • Carvalho destacou a necessidade de um compromisso com a reconstrução do Brasil por parte dos partidos que desejam continuar na base governista.
  • Ele alertou sobre o risco de um “tsunami institucional” devido à ampliação das atribuições do Congresso e à captura do orçamento por emendas impositivas.

Oito partidos da base aliada do governo Lula, incluindo PP, Republicanos e União Brasil, protocolaram uma Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) no Supremo Tribunal Federal (STF) para validar a derrubada do aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A medida gerou críticas, sendo considerada uma forma de sabotagem à agenda econômica do governo.

Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do Prerrogativas, afirmou que a ação é uma ousadia e requer uma repactuação das alianças. Ele destacou que é necessário construir uma agenda mínima com os partidos que compõem a base governista. “Quem quiser continuar conosco tem que ter compromisso com a reconstrução do Brasil”, disse.

A postura dos partidos que possuem ministérios e que não apoiam a agenda do governo é vista como uma tentativa de desestabilização. Carvalho alertou que o Congresso está buscando ampliar suas atribuições, o que poderia resultar em um “tsunami institucional”. Ele mencionou que o orçamento já foi capturado por emendas impositivas e que há uma tentativa de abocanhar mais competências do Executivo.

Apesar das dificuldades, Carvalho acredita que é possível reconstruir a relação entre o governo e os partidos. Ele espera que líderes partidários e o presidente da Câmara, Hugo Motta, ajam com serenidade em prol do Brasil.

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