- A Polícia Federal ouve hoje, três de julho, o ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, Tércio Arnaud, no inquérito das fake news.
- O depoimento ocorre às 15h, em Brasília, e investiga ataques ao sistema eleitoral e às urnas eletrônicas.
- Tércio Arnaud é considerado um dos principais responsáveis pela disseminação de desinformação, atuando no “gabinete do ódio”.
- O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, também mencionou Arnaud como parte do núcleo de desinformação.
- Em 2022, Arnaud tentou se eleger suplente de senador, mas não obteve sucesso, terminando a disputa na quinta posição.
A Polícia Federal ouve nesta quinta-feira, 3, o ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, Tércio Arnaud, no inquérito das fake news. O depoimento ocorre às 15h, em Brasília, e investiga ataques ao sistema eleitoral e às urnas eletrônicas durante o governo Bolsonaro.
Tércio Arnaud é apontado como um dos principais responsáveis pela disseminação de desinformação, atuando no que ficou conhecido como “gabinete do ódio”. Ele foi mencionado na lista de possíveis indiciados pela PF, mas não foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal.
O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid, também denunciou o envolvimento de Arnaud no núcleo de desinformação, afirmando que ele foi indicado para o cargo por Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente. Durante sua passagem pelo Planalto, Arnaud participou de uma polêmica viagem à Rússia em 2022, levantando suspeitas sobre suas intenções.
Em 2022, Arnaud deixou a carreira militar para se candidatar a suplente de senador pelo PL, na chapa liderada por Bruno Roberto. A candidatura recebeu 231 mil votos, mas não foi eleita, terminando a disputa na quinta posição. O depoimento de hoje é mais um desdobramento das investigações que cercam o ex-presidente e seu círculo próximo.
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