- Agripino Magalhães Júnior, ativista e deputado suplente, protocolou uma representação no Ministério Público de São Paulo contra o apresentador Ratinho e os humoristas Robson Bailarino e Faxinildo, do SBT.
- A representação foi feita em quatro de julho de dois mil e vinte e cinco, após piadas consideradas ofensivas à comunidade LGBTQIAP+ no programa exibido em um de julho.
- Magalhães alega que os humoristas incitaram o ódio ao usarem termos depreciativos, como “boiola” e “baitola”.
- O documento pede que o MP-SP ofereça denúncia criminal e solicite a retirada dos trechos do ar, além da suspensão do programa nas plataformas digitais.
- Até o momento, o SBT não se manifestou, e a assessoria de Ratinho afirmou que o programa tem caráter humorístico e não houve intenção de ofender.
O ativista e deputado suplente Agripino Magalhães Júnior (MDB-SP) protocolou uma representação no Ministério Público de São Paulo (MP-SP) contra o apresentador Ratinho e os humoristas Robson Bailarino e Faxinildo, do SBT. O ato ocorreu nesta sexta-feira (4) e se baseia em piadas consideradas ofensivas à comunidade LGBTQIAP+, veiculadas em um programa exibido na terça-feira (1).
A acusação, feita pela associação presidida por Magalhães, alega que os humoristas incitaram o ódio ao utilizarem termos como “boiola” e “baitola” em tom de deboche. Durante o quadro, a plateia riu das piadas, enquanto o apresentador não interveio. A representação destaca que os apresentadores “fazem joça do movimento LGBT+”, o que reforça comportamentos sociais reprováveis e análogos ao racismo.
O documento pede que o MP-SP ofereça denúncia criminal e solicite à Justiça a retirada dos trechos do ar, além da suspensão da veiculação do programa nas plataformas digitais. Magalhães já havia acionado Ratinho em 2023, após declarações do apresentador contra a Parada LGBT+ de São Paulo.
Até o momento, o SBT não se manifestou sobre o caso. A assessoria de Ratinho afirmou que o programa tem caráter humorístico e que não houve intenção de ofender a comunidade LGBTQIAP+.
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