- O governo brasileiro, sob Luiz Inácio Lula da Silva, criticou a ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza.
- Celso Amorim, assessor internacional de Lula, afirmou que o Brasil não deve aceitar um novo embaixador israelense devido ao número de vítimas palestinas.
- Amorim sugeriu que o Brasil se una à África do Sul na Corte Internacional de Justiça para acusar Israel de genocídio.
- Ele destacou a necessidade de manter relações mínimas com Israel e considerar a suspensão do acordo de livre comércio.
- O Brasil já chamou de volta seu embaixador em Tel Aviv e não aceitará um novo embaixador israelense neste momento.
O governo brasileiro, liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, reafirmou sua posição crítica em relação à ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza. Celso Amorim, assessor internacional de Lula, declarou que o Brasil não deve aceitar a indicação de um novo embaixador israelense, citando as milhares de vítimas palestinas como justificativa.
Amorim sugeriu que o Brasil se una à ação da África do Sul na Corte Internacional de Justiça, que acusa Israel de genocídio. Ele enfatizou a necessidade de manter relações com Israel em níveis mínimos e considerar a suspensão do acordo de livre comércio. O assessor destacou a importância de diferenciar o povo judeu do governo de Binyamin Netanyahu, que, segundo ele, está praticando genocídio.
O ex-ministro também comentou sobre a ausência do presidente da China, Xi Jinping, na cúpula do Brics no Rio de Janeiro, afirmando que, apesar disso, Lula teve encontros com Xi nos últimos meses. Amorim ressaltou que o Brics continua a defender o sistema internacional, que enfrenta desafios sob a administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Sobre a situação em Gaza, o Brasil já havia chamado de volta seu embaixador em Tel Aviv e não pretende aceitar um novo embaixador israelense. Amorim reiterou que a reação de Israel ao ataque do Hamas é desproporcional e inaceitável, com um número alarmante de vítimas civis. Ele afirmou que a posição do Brasil é de não dar aval à nova indicação de embaixador israelense neste momento.
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