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Gilmar diz que apelido Gilmarpalooza pode continuar sendo usado

Gilmar Mendes afirma transparência total nos custos do Fórum de Lisboa, que teve cerca de três mil inscritos.

Ao falar sobre os custos com passagens e hospedagens das autoridades que participam do evento, Gilmar Mendes diz que há “transparência total”
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  • O ministro Gilmar Mendes, do STF, é anfitrião do Fórum de Lisboa, que em 2025 chegou à 13ª edição.
  • A edição teve cerca de 3.000 inscritos, entre Brasil e exterior, segundo o ministro.
  • O evento ganhou o apelido de Gilmarpalooza, mistura de Gilmar Mendes com o festival Lollapalooza.
  • Sobre custos, houve transparência total: a maioria paga passagem e hotel por conta própria; alguns recebem apoio, mas não todos os palestrantes.
  • Organizam o fórum entidades como IDP, Lisbon Public Law (Universidade de Lisboa) e FGV Conhecimento, e o tema foi “O mundo em transformação – Direito, democracia e sustentabilidade na era inteligente”.

O ministro do STF Gilmar Mendes afirmou, nesta sexta-feira, que o Fórum de Lisboa pode continuar sendo chamado de Gilmarpalooza. A edição de 2025 marcou a 13ª realização do evento, realizado anualmente em Lisboa.

O Fórum reuniu cerca de 3.000 inscritos, entre participantes de várias nacionalidades. Mendes destacou a internacionalização do encontro, que já recebeu apoio de instituições brasileiras e portuguesas.

Sobre custos, o ministro afirmou que a maioria dos participantes arca com as próprias despesas de passagem e hospedagem. Ele ressaltou a transparência total do processo e a participação de autoridades que se deslocam por iniciativa própria.

Organização e envolvidos

O Fórum de Lisboa é organizado por três entidades: IDP, fundado por Mendes e outros expoentes, a Lisbon Public Law, ligada à Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, e a Fundação Getulio Vargas, via sua divisão Conhecimento.

Os organizadores apontam que o fórum valoriza o intercâmbio entre Poder Judiciário, empresários e profissionais do direito, com debates de três dias sobre temas como direito, democracia e sustentabilidade.

O ministro destacou que não houve pagamento de hospedagem ou passagem para a maioria dos palestrantes, reforçando que apenas apoios específicos costumam custear despesas de alguns participantes.

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