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PT critica Tarcísio por aumento de pedágio em São Paulo

Aumento médio de pedágio em São Paulo gera polêmica e críticas do PT, que associa governador a favorecimento de empresários.

Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) (Foto: Célio Messias/Governo do Estado de SP)
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  • O aumento do pedágio em São Paulo, de 5,31% em média, começa a valer nesta terça-feira.
  • O governo estadual defende o reajuste como necessário para a manutenção das rodovias, enquanto a oposição critica a medida.
  • O Partido dos Trabalhadores (PT) tenta associar o aumento ao governador Tarcísio de Freitas, chamando-o de “Pedágio de Freitas”.
  • O deputado estadual Antônio Donato, do PT, afirma que o governador tem uma “obsessão por pedágios”.
  • A gestão de Tarcísio destaca que houve redução nas tarifas quilométricas em algumas rodovias e que o aumento é baseado em contratos de concessão.

O aumento do pedágio em São Paulo, que entra em vigor nesta terça-feira, é de 5,31% em média, conforme contratos de concessão. A medida, que gera críticas da oposição, é defendida pelo governo estadual como necessária para a manutenção das rodovias.

O Partido dos Trabalhadores (PT) tenta vincular o aumento ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), chamando-o de “Pedágio de Freitas”. O partido argumenta que a alta, que pode chegar a 10,71% em algumas rodovias, beneficia empresários. O deputado estadual Antônio Donato (PT-SP) afirmou que o governador tem uma “obsessão por pedágios”.

Além disso, montagens nas redes sociais associam Tarcísio a placas de trânsito com a expressão “Tarcísio Free Flow”, em referência ao novo modelo de cobrança automática. O PT busca contrabalançar a imagem do governo, que impõe a pecha de aumentador de impostos ao governo Lula.

Justificativas do Governo

A gestão de Tarcísio defende que o reajuste é inevitável e que houve redução nas tarifas quilométricas em rodovias como a Castello Branco e a Raposo Tavares. O governo argumenta que a medida é necessária para garantir a segurança e a manutenção das estradas, que são consideradas entre as melhores do país.

A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) afirma que os novos valores foram definidos com base nas regras contratuais. O governo também mencionou que o compromisso de não aumentar tarifas foi válido apenas para o primeiro ano de mandato.

Reações e Consequências

O PT critica o aumento, alegando que o governador quebra promessas de campanha. O deputado federal Alencar Santana (PT-SP) descreveu a situação como um “roubo”. Apesar das críticas, o partido não planeja ações judiciais para barrar o reajuste, que já está em vigor.

A gestão estadual, por sua vez, reafirma que trabalha para aprimorar as concessões e reduzir custos para os usuários. O estado de São Paulo opera atualmente 227 postos de pedágio, incluindo os novos pórticos de cobrança automática.

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