Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Vereadores do PSOL acampam sob viaduto para apoiar desalojados em protesto

Vereadores do PSOL acampam para exigir retorno das famílias evacuadas, desafiando laudo da Defesa Civil e enfrentando frio intenso.

Famílias precisaram deixar prédio no Centro depois de incêndio na segunda-feira (Foto: Divulgação)
0:00
Carregando...
0:00
  • Vereadores do PSOL acampam sob o Viaduto Nove de Julho, em São Paulo, para pressionar a prefeitura a permitir o retorno de famílias evacuadas de um prédio municipal após um incêndio.
  • O incêndio ocorreu na segunda-feira, dia 30, e foi controlado pelos moradores.
  • A gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) ofereceu acolhimento em um hotel social, mas as 26 famílias recusaram.
  • Os vereadores contestam o laudo da Defesa Civil, que interditou o prédio, afirmando que os riscos são pontuais e não estruturais.
  • A prefeitura justifica a interdição por problemas de segurança, como armazenamento inadequado de gás liquefeito de petróleo e fiação exposta.

Vereadores do PSOL acampam sob o Viaduto Nove de Julho, em São Paulo, para pressionar a prefeitura a permitir o retorno de famílias que foram evacuadas de um prédio municipal após um incêndio. O incidente ocorreu na segunda-feira, dia 30, e, segundo relatos, foi controlado pelos próprios moradores.

A gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) ofereceu acolhimento em um hotel social, mas as 26 famílias que viviam no local recusaram a proposta. Com a chegada de uma onda de frio, os vereadores buscam uma solução imediata, já que a temperatura pode cair para 9ºC na madrugada deste sábado, dia 5.

Os vereadores alegam que o laudo da Defesa Civil, que interditou o prédio, não é confiável. A vereadora Luana Alvez afirmou que os riscos identificados são pontuais e não estruturais, o que permitiria o retorno das famílias. Ela destaca que a estrutura do prédio permanece intacta e iluminada.

A prefeitura, por sua vez, justifica a interdição com base em problemas de segurança, como a presença de GLP armazenado em local inadequado e fiação exposta. Além do acolhimento, a gestão municipal oferece transporte para trabalho e escola, além de cartões emergenciais de R$ 1.000, que também foram recusados.

Como medidas emergenciais, a prefeitura distribui diariamente refeições e intensificou a Operação Baixas Temperaturas, com a entrega de sopas e cobertores. A Guarda Civil Metropolitana permanece no viaduto para garantir a segurança da área até que as famílias retirem seus pertences.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais