- Katie Drummond foi nomeada diretora editorial global da Wired em agosto de 2023.
- Ela implementou uma nova estratégia focada em política, resultando em um aumento de 51% nas assinaturas da revista.
- Drummond destacou a interconexão entre tecnologia e poder, especialmente em um ano eleitoral nos Estados Unidos.
- A nova abordagem editorial recebeu apoio de Anna Wintour, diretora de conteúdo global da Condé Nast.
- Drummond também enfatizou a importância de adaptar o conteúdo para diferentes plataformas, visando atrair a geração Z.
Katie Drummond, nomeada diretora editorial global da Wired em agosto de 2023, implementou uma nova estratégia que foca em política, resultando em um aumento de 51% nas assinaturas da revista. A mudança reflete a interconexão crescente entre tecnologia e poder, especialmente em um ano eleitoral crucial.
Drummond, que começou sua carreira como estagiária na Wired em 2008, trouxe uma vasta experiência de publicações como The Verge e Vice Media. Ao assumir a direção, ela formou um novo time de notícias, reconhecendo a importância de cobrir eventos políticos globais, como as eleições presidenciais de 2024 nos EUA. “A tecnologia é difícil de desvincular do poder”, afirmou, destacando como a inteligência artificial e as ações de bilionários influenciam a política.
A nova abordagem editorial recebeu total apoio de Anna Wintour, diretora de conteúdo global da Condé Nast. Drummond enfatizou que a Wired deve ser a referência em um momento em que a democracia nos EUA enfrenta ameaças. “Estamos em uma posição única para nos tornarmos o meio mais influente do mundo”, disse.
A diretora também abordou a necessidade de adaptar o conteúdo para diferentes plataformas, visando atrair a geração Z. “Queremos que a Wired seja multiplataforma”, afirmou, mencionando a importância de redes sociais e podcasts. Além disso, ela ressaltou que a cobertura deve ser relevante para cada região, respeitando as particularidades locais.
Por fim, Drummond reconheceu os desafios que o jornalismo enfrenta na era da desinformação e da inteligência artificial. “A IA não pode substituir a narrativa humana”, concluiu, reafirmando a importância do jornalismo de qualidade em tempos de incerteza.
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