- A ex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff, reafirmou a necessidade de armazenar energia renovável durante a cúpula dos Brics, realizada no dia cinco de julho.
- Ela destacou a importância da tecnologia para resolver problemas energéticos em países como Portugal e Espanha.
- Dilma lembrou que sua declaração de 2015 sobre “estocar vento e sol” gerou críticas, mas reiterou sua relevância para o futuro energético.
- Além disso, abordou a desdolarização nas transações comerciais, mencionando que muitos países buscam usar suas próprias moedas para maior segurança.
- A ex-presidente afirmou que a diversificação nas moedas é uma tendência crescente, embora o dólar ainda predomine no mercado financeiro internacional.
A presidente do Novo Banco de Desenvolvimento e ex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff, reafirmou sua posição sobre a necessidade de armazenar energia renovável durante coletiva na cúpula dos Brics, realizada no último sábado, 5. Dilma, que em 2015 mencionou a expressão “estocar o vento” em um discurso na ONU, destacou a importância da tecnologia para resolver problemas energéticos enfrentados por países como Portugal e Espanha.
Em sua fala, Dilma lembrou que sua declaração anterior foi alvo de críticas e memes, mas reiterou que armazenar vento e sol é essencial para o futuro da energia. Ela explicou que, atualmente, a energia é transmitida de um lugar para outro, mas com o desenvolvimento de tecnologias adequadas, todos os países poderiam se beneficiar. Se tiver uma tecnologia desenvolvida, todos nós nos beneficiaremos, o mundo inteiro, afirmou.
Desdolarização e Segurança nas Transações
Além de discutir a energia renovável, Dilma abordou a questão da desdolarização nas transações comerciais. Ela observou que, embora não veja sinais claros de um fim do uso do dólar, muitos países estão buscando utilizar suas próprias moedas para maior segurança nas operações. Acho que está havendo muita diversificação e quem decide isso é o mercado, disse.
Dilma enfatizou que a busca por segurança nas transações é uma tendência crescente, mas o mercado financeiro internacional ainda permanece predominantemente dolarizado. A ex-presidente ressaltou que a diversificação nas moedas é uma resposta à necessidade de segurança nas relações comerciais globais.
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