- O projeto de lei que permite a venda de medicamentos em supermercados será votado no Senado antes do recesso parlamentar, que começa em 18 de dezembro.
- A proposta, de Efraim Filho (União Brasil-PB), busca regulamentar a presença de farmácias nesses estabelecimentos.
- O relator Humberto Costa (PT), que inicialmente era contrário, aceitou uma emenda que exige farmácias completas com farmacêuticos.
- A Associação Brasileira de Farmácias (Abrafarma) se opõe ao projeto, alegando riscos à segurança e qualidade do atendimento farmacêutico.
- Efraim Filho está em diálogo com a Câmara dos Deputados para garantir um texto consensual.
O projeto de lei que autoriza a venda de medicamentos em supermercados está prestes a ser votado no Senado, com a expectativa de que a decisão ocorra antes do recesso parlamentar, que se inicia em 18 de dezembro. A proposta, de autoria de Efraim Filho (União Brasil-PB), visa regulamentar a presença de farmácias nesses estabelecimentos.
O relator da proposta, Humberto Costa (PT), que inicialmente se opunha ao texto, aceitou uma emenda que exige a instalação de farmácias completas nos supermercados. Essas farmácias deverão contar com a presença de farmacêuticos e seguir as normas estabelecidas pela Anvisa. Efraim Filho já está em diálogo com a Câmara dos Deputados para garantir que o texto final seja consensual.
A Associação Brasileira de Farmácias (Abrafarma) continua a se opor ao projeto, argumentando que a venda de medicamentos em supermercados pode comprometer a segurança e a qualidade do atendimento farmacêutico. A votação no Senado é aguardada com atenção, pois pode alterar significativamente o cenário da distribuição de medicamentos no Brasil.
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