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Governo Trump nega lista secreta após investigações sobre caso Epstein

Departamento de Justiça e FBI confirmam que não há evidências de uma lista de figuras públicas ligada a Jeffrey Epstein.

Donald Trump, presidente dos EUA, em Washington (Foto: Saul Loeb - 20.jun25/AFP)
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  • O Departamento de Justiça dos Estados Unidos e o FBI afirmaram que não existe uma “lista de Epstein” com nomes de figuras públicas envolvidas com Jeffrey Epstein.
  • Um memorando recente confirma que a morte de Epstein, ocorrida em agosto de 2019, foi um suicídio e não há evidências de chantagem ou assassinato.
  • Vídeos de segurança mostram que não houve movimentação na cela de Epstein na noite de sua morte.
  • A procuradora-geral Pam Bondi havia mencionado uma suposta lista, mas o novo memorando contradiz essa afirmação.
  • O caso continua a gerar interesse público, especialmente entre apoiadores do ex-presidente Donald Trump, que frequentemente utiliza o tema para criticar adversários políticos.

O Departamento de Justiça dos EUA e o FBI confirmaram que não existe uma “lista de Epstein” com nomes de figuras públicas envolvidas com Jeffrey Epstein, empresário condenado por exploração sexual de menores. O memorando, divulgado pelo site Axios, afirma que não há evidências de chantagem e que a morte de Epstein, ocorrida em agosto de 2019, foi um suicídio.

O relatório detalha que a investigação não encontrou indícios de assassinato e que, na noite de sua morte, ninguém acessou a área da prisão onde Epstein estava detido. Vídeos de segurança corroboram essa informação, mostrando que não houve movimentação na cela. O documento também refuta teorias da conspiração que circulam sobre o caso.

A procuradora-geral Pam Bondi havia mencionado anteriormente que uma suposta lista de personalidades estava “em cima da mesa” dela, mas o memorando atual desmente essa afirmação. A falta de novas evidências mantém o caso em evidência, especialmente entre apoiadores do ex-presidente Donald Trump, que frequentemente usou o caso para atacar adversários políticos.

Reações e Implicações

Após a divulgação do relatório, o magnata Elon Musk criticou a ausência de prisões relacionadas ao caso, insinuando que Trump poderia estar entre os nomes mantidos em sigilo. Trump, por sua vez, negou qualquer envolvimento com Epstein, afirmando que o ex-advogado do empresário confirmou sua inocência.

Epstein foi preso em 2008, cumprindo apenas 13 meses de prisão após um acordo controverso. Ele foi novamente preso em 2019, acusado de tráfico sexual de menores. Sua associada, Ghislaine Maxwell, foi condenada em 2022 e sentenciada a 20 anos de prisão. O caso continua a gerar interesse público, com novas informações frequentemente surgindo sobre as conexões de Epstein com figuras influentes.

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