- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu manter a prisão de Alan Diego dos Santos, acusado de armar uma bomba nas proximidades do aeroporto de Brasília.
- A decisão foi publicada em 7 de agosto de 2023.
- Alan foi preso em 26 de junho de 2023, no Mato Grosso, e já havia sido condenado a cinco anos e quatro meses de prisão.
- Ele não cumpriu medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica e comparecimento em audiências.
- A Procuradoria-Geral da República também pediu a detenção de outros dois envolvidos no caso, que foi transferido para o Supremo após novas denúncias relacionadas a crimes contra o Estado Democrático de Direito e infrações da Lei Antiterrorismo.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu manter a prisão de Alan Diego dos Santos, acusado de armar uma bomba nas proximidades do aeroporto de Brasília. A decisão foi publicada nesta segunda-feira, 7 de agosto. Alan foi preso em 26 de junho de 2023, no Mato Grosso, e já havia sido condenado a cinco anos e quatro meses de prisão.
O caso remonta a um incidente em 2022, quando Alan e outros envolvidos tentaram colocar um explosivo próximo a um poste, visando prejudicar a distribuição de energia elétrica na capital. No entanto, o artefato foi colocado em um caminhão-tanque carregado de querosene. O motorista do veículo percebeu a situação e acionou a Polícia Militar, que detonou o explosivo.
Medidas Cautelares Não Cumpridas
Moraes destacou que Alan não cumpriu medidas cautelares impostas pela Justiça, como o uso de tornozeleira eletrônica e comparecimento em audiências. A defesa do réu havia solicitado a revogação da prisão ou a substituição por medidas menos severas, mas o pedido foi negado. O ministro ressaltou a existência de indícios suficientes da participação de Alan no atentado, o que representa um risco à ordem pública.
A Procuradoria-Geral da República também se manifestou a favor da manutenção da prisão, pedindo a detenção de outros dois envolvidos no caso. A situação de Alan foi agravada pela transferência do processo para o STF, após novas denúncias que incluem crimes contra o Estado Democrático de Direito e infrações previstas na Lei Antiterrorismo.
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