- O Comitê de Empresa da Ferrocarrils de la Generalitat Valenciana (FGV) criticou a reabertura da zona sul do Metrovalencia, apontando condições de segurança inadequadas.
- Foram identificados problemas como passos a nível danificados, falhas em balizas de segurança e andenes inacabados.
- A presença de maquinário pesado em estações com passageiros e a falta de informações nas telas também foram mencionadas.
- A reabertura ocorreu após um apagão elétrico em abril, que causou mais de 2.000 incidentes no serviço.
- A Generalitat defendeu a reabertura, destacando um investimento de 140 milhões de euros na recuperação da linha, com 100.000 usuários utilizando o serviço na primeira semana.
O Comitê de Empresa da Ferrocarrils de la Generalitat Valenciana (FGV) criticou a reabertura da zona sul do Metrovalencia, afirmando que as condições de segurança são inadequadas. Em comunicado, o comitê destacou problemas como passos a nível danificados, falhas em balizas de segurança e andenes inacabados. Além disso, mencionou a presença de maquinário pesado em estações com passageiros e a falta de informações nas telas.
A reabertura ocorreu após um apagão elétrico em abril, que gerou mais de 2.000 incidentes no serviço. O comitê acusou a administração da FGV de agir com pressa, priorizando a imagem em detrimento da segurança. A situação nas paradas da Linha 1 foi caótica, com a mistura de passageiros e trabalhadores. Apesar das críticas, não houve acidentes, graças à atuação dos funcionários.
Os representantes dos trabalhadores expressaram sua vergonha pela falta de protocolos para lidar com fenômenos climáticos adversos, ressaltando que a Agência Valenciana de Segurança Ferroviária deveria se pronunciar sobre a situação. O comitê reivindica um transporte público que seja seguro, eficiente e humano.
Por outro lado, a Generalitat defendeu a reabertura, afirmando que foram investidos 140 milhões de euros na recuperação da linha. A prioridade, segundo fontes oficiais, era restabelecer o transporte para as localidades afetadas pelas chuvas. A resposta foi positiva, com 100.000 usuários utilizando o serviço na primeira semana.
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