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Sindicatos alertam sobre falhas em segurança na reabertura da zona zero do Metrovalencia

Comitê de Empresa critica reabertura do Metrovalencia por falhas de segurança e falta de protocolos, após apagão que causou 2.000 incidentes.

Viajeros de Metrovalencia da Linha 1 no dia 27 de junho, dia da reapertura. (Foto: Mònica Torres)
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  • O Comitê de Empresa da Ferrocarrils de la Generalitat Valenciana (FGV) criticou a reabertura da zona sul do Metrovalencia, apontando condições de segurança inadequadas.
  • Foram identificados problemas como passos a nível danificados, falhas em balizas de segurança e andenes inacabados.
  • A presença de maquinário pesado em estações com passageiros e a falta de informações nas telas também foram mencionadas.
  • A reabertura ocorreu após um apagão elétrico em abril, que causou mais de 2.000 incidentes no serviço.
  • A Generalitat defendeu a reabertura, destacando um investimento de 140 milhões de euros na recuperação da linha, com 100.000 usuários utilizando o serviço na primeira semana.

O Comitê de Empresa da Ferrocarrils de la Generalitat Valenciana (FGV) criticou a reabertura da zona sul do Metrovalencia, afirmando que as condições de segurança são inadequadas. Em comunicado, o comitê destacou problemas como passos a nível danificados, falhas em balizas de segurança e andenes inacabados. Além disso, mencionou a presença de maquinário pesado em estações com passageiros e a falta de informações nas telas.

A reabertura ocorreu após um apagão elétrico em abril, que gerou mais de 2.000 incidentes no serviço. O comitê acusou a administração da FGV de agir com pressa, priorizando a imagem em detrimento da segurança. A situação nas paradas da Linha 1 foi caótica, com a mistura de passageiros e trabalhadores. Apesar das críticas, não houve acidentes, graças à atuação dos funcionários.

Os representantes dos trabalhadores expressaram sua vergonha pela falta de protocolos para lidar com fenômenos climáticos adversos, ressaltando que a Agência Valenciana de Segurança Ferroviária deveria se pronunciar sobre a situação. O comitê reivindica um transporte público que seja seguro, eficiente e humano.

Por outro lado, a Generalitat defendeu a reabertura, afirmando que foram investidos 140 milhões de euros na recuperação da linha. A prioridade, segundo fontes oficiais, era restabelecer o transporte para as localidades afetadas pelas chuvas. A resposta foi positiva, com 100.000 usuários utilizando o serviço na primeira semana.

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