- Sean Combs aguarda sua sentença marcada para 3 de outubro após ser condenado por dois delitos de transporte para prostituição.
- O juiz Arun Subramanian negou a liberdade condicional, citando risco de intimidação às vítimas.
- Combs pode enfrentar até 20 anos de prisão, com a acusação pedindo de 4 a 5 anos e a defesa esperando menos de 2,5 anos.
- A principal testemunha, Cassie Ventura, ex-namorada de Combs, retirou a queixa, mas o juiz rejeitou pedidos de liberdade condicional.
- Discussões sobre um possível perdão presidencial estão em andamento, com aliados de Combs buscando apoio junto ao ex-presidente Donald Trump.
Sean “Diddy” Combs, rapper e magnata da música, aguarda sua sentença marcada para 3 de outubro após ser condenado por dois delitos de transporte para prostituição. O juiz Arun Subramanian negou a liberdade condicional, considerando o risco de intimidação às vítimas. Combs enfrenta até 20 anos de prisão, mas a expectativa é que a pena seja menor.
Após um julgamento que durou sete semanas, o júri absolveu Combs das acusações mais graves de tráfico sexual e associação criminosa, mas o considerou culpado em dois casos de transporte para fins de prostituição. O juiz destacou que houve violência nas interações, o que justifica a permanência do rapper na prisão. Ele está detido em um centro federal no Brooklyn desde sua prisão em setembro.
Durante a audiência, a defesa de Combs solicitou que a sentença fosse antecipada para 22 de setembro, mas o juiz manteve a data de outubro. A pena para os delitos pode variar entre 4 a 20 anos, com a acusação pedindo de 4 a 5 anos e a defesa esperando menos de 2,5 anos. O caso é complexo, envolvendo mais de 150 denúncias de abuso.
Testemunhas e Acusações
A principal testemunha, Cassie Ventura, ex-namorada de Combs, foi a primeira a denunciá-lo, embora tenha retirado a queixa posteriormente. O juiz rejeitou pedidos de liberdade condicional, considerando que Combs poderia tentar intimidar as vítimas. Além disso, ele enfrenta diversas ações civis, nas quais nega qualquer irregularidade.
Discussões sobre um possível perdão presidencial também estão em andamento. O ex-presidente Donald Trump mencionou que poderia considerar o caso, embora não esteja acompanhando de perto. Aliados de Combs tentam se aproximar do círculo de Trump para buscar apoio, enquanto grupos de defesa dos direitos das mulheres questionam a absolvição nas acusações mais sérias.
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