- O Departamento de Justiça dos Estados Unidos afirmou que Jeffrey Epstein não tinha uma “lista de clientes” relacionada ao tráfico sexual.
- A declaração foi feita em 7 de agosto, desmentindo promessas anteriores da procuradora Pam Bondi.
- O departamento decidiu não divulgar mais provas da investigação, priorizando a proteção das vítimas.
- Parte das evidências está sob sigilo judicial, incluindo material relacionado a abusos de menores.
- O memorando do departamento destacou que não há evidências que sustentem teorias de encobrimento sobre a morte de Epstein.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou que Jeffrey Epstein não possuía uma “lista de clientes” relacionada ao seu esquema de tráfico sexual. A declaração foi feita em 7 de agosto, desmentindo promessas anteriores da procuradora Pam Bondi, que havia insinuado a existência de tal documento.
A decisão de não divulgar mais provas da investigação gerou frustração entre conservadores e teóricos da conspiração. Bondi havia alimentado expectativas ao afirmar que novos arquivos estavam sendo revisados. O Departamento de Justiça, no entanto, afirmou que não há material adicional que justifique divulgação, enfatizando que a proteção das vítimas é uma prioridade.
O memorando do departamento também revelou que parte das evidências coletadas está sob sigilo judicial. Isso inclui imagens e vídeos de vítimas menores de idade, além de um grande volume de material relacionado a abusos. A procuradora Bondi havia mencionado anteriormente a existência de “dezenas de milhares” de vídeos, mas não foram apresentadas provas concretas.
A morte de Epstein, ocorrida em agosto de 2019, continua a ser um tema de especulação. O governo Trump, através de Bondi, havia promovido teorias que sugeriam um encobrimento. No entanto, o Departamento de Justiça reafirmou que a investigação não encontrou evidências que sustentem essas alegações. A perpetuação de teorias infundadas sobre Epstein não serve aos objetivos de justiça e proteção das vítimas, concluiu o memorando.
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