- O presidente da Câmara, Hugo Motta, está disposto a dialogar sobre a crise do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que foi revogado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
- O aumento do IOF foi imposto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e enfrentou resistência no Congresso, resultando em uma votação que invalidou o decreto.
- Motta ainda não agendou uma reunião com Lula, mas afirmou que está aberto a conversas com todos os envolvidos.
- O ministro Alexandre de Moraes decidiu derrubar o decreto e agendou uma audiência de conciliação entre os Poderes para a próxima terça-feira.
- A proposta de anistia para participantes dos atos golpistas de oito de janeiro de 2023 não foi discutida em reunião com líderes partidários.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, manifestou sua disposição para dialogar sobre a crise gerada pelo aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que foi revogado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A medida, inicialmente imposta pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enfrentou resistência no Congresso, culminando em uma votação que invalidou o decreto.
Motta, que ainda não agendou uma reunião com Lula, afirmou que está aberto a conversas com todos os envolvidos para encontrar uma solução. “A intenção é encontrar uma saída”, declarou o presidente da Câmara. Na última semana, o ministro Alexandre de Moraes decidiu derrubar o decreto que aumentava o IOF e agendou uma audiência de conciliação entre os Poderes para a próxima terça-feira.
Além disso, Motta indicou que a proposta de anistia para participantes dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 não foi discutida em reunião com líderes partidários. A pressão dos bolsonaristas para que o tema seja levado à votação aumentou após a derrota do Executivo na votação do PDL que revogou o aumento do IOF. A situação continua a gerar tensões entre os Poderes e a sociedade.
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