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Rio de Janeiro cobra R$ 388 milhões de ex-secretário de Sérgio Cabral

Procuradoria-Geral do Estado do Rio cobra R$ 388,6 milhões de Sérgio Luiz Côrtes por irregularidades na gestão da saúde.

Sérgio Côrtes, ex-secretário de Saúde no governo Cabral e ex-preso na Lava-Jato (Foto: Marcos Tristão/Ag. O Globo)
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  • A Procuradoria-Geral do Estado do Rio iniciou seis ações de cobrança contra Sérgio Luiz Côrtes, ex-secretário de Saúde.
  • O valor total exigido é de R$ 388.692.089,56, referente a ressarcimentos ao erário e multa do Tribunal de Contas.
  • As ações incluem exigências de ressarcimento por irregularidades na gestão de Côrtes.
  • A Procuradoria solicita que o ex-secretário apresente sua defesa e pede arresto ou penhora de bens caso não se manifeste.
  • Côrtes já enfrenta diversas acusações de corrupção, incluindo participação em organização criminosa e desvio de recursos públicos.

Entre maio e junho, a Procuradoria-Geral do Estado do Rio deu início a seis ações de cobrança contra Sérgio Luiz Côrtes, ex-secretário de Saúde durante a gestão de Sérgio Cabral. O valor total exigido chega a R$ 388.692.089,56, referente a ressarcimentos ao erário e uma multa do Tribunal de Contas.

As certidões de dívida ativa incluem, em sua maioria, exigências de ressarcimento por irregularidades na gestão de Côrtes. A Procuradoria solicita que o ex-secretário seja notificado para apresentar sua defesa. Caso não se manifeste, há um pedido para o arresto ou penhora de seus bens.

Côrtes é um dos principais nomes envolvidos em esquemas de corrupção no estado, enfrentando diversas acusações. Ele já respondeu por crimes como participação em organização criminosa, fraudes em licitação, corrupção e desvio de recursos públicos. O ex-secretário foi preso em um dos desdobramentos da Operação Lava-Jato no Rio de Janeiro.

A ação da Procuradoria reflete a continuidade dos esforços do estado para responsabilizar aqueles que estiveram envolvidos em práticas ilícitas durante a gestão anterior. A expectativa é que o processo avance e que os valores cobrados sejam efetivamente recuperados para os cofres públicos.

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