Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

STF analisa validade de exame criminológico para progressão de regime penal

STF analisará se exame criminológico para progressão penal vale para condenados antes de abril de 2024, com impacto em milhares de apenados.

Foto: Bruno Moura/STF
0:00
Carregando...
0:00
  • O Supremo Tribunal Federal (STF) irá decidir se a exigência do exame criminológico para a progressão de regime penal se aplica a condenados por crimes cometidos antes da nova lei, que entrou em vigor em abril de 2024.
  • O relator do caso é o ministro André Mendonça.
  • A legislação atual exige boa conduta carcerária e resultados do exame para a progressão.
  • O recurso foi apresentado pelo Ministério Público de São Paulo contra decisão do Tribunal de Justiça paulista, que entendeu que a nova exigência não retroage.
  • A questão tem repercussão geral e pode impactar a política de ressocialização de muitos apenados.

O Supremo Tribunal Federal (STF) irá decidir se a nova exigência do exame criminológico para a progressão de regime penal se aplica a condenados por crimes cometidos antes da vigência da lei, que entrou em vigor em abril de 2024. O relator do caso é o ministro André Mendonça.

A legislação atual determina que a progressão de regime depende da boa conduta carcerária e dos resultados do exame, que avalia o perfil do preso em aspectos psicológicos e familiares. O julgamento tem repercussão geral, o que significa que a decisão influenciará casos semelhantes em instâncias inferiores.

O recurso em análise foi apresentado pelo Ministério Público de São Paulo contra uma decisão do Tribunal de Justiça paulista, que entendeu que a nova exigência não retroage a condenações anteriores. Essa interpretação se baseia no princípio constitucional de que a lei penal não retroage, exceto para beneficiar o réu.

O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, destacou que a questão tem implicações significativas para a política de ressocialização de milhares de apenados. Apenas o ministro Edson Fachin votou contra o reconhecimento da repercussão geral. A data da votação ainda será agendada pela presidência da Corte.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais