- O governo dos Estados Unidos proibiu a venda de terras agrícolas para compradores da China e de outros países considerados “inimigos”, como Rússia e Irã.
- A Secretária de Agricultura, Brooke Rollins, destacou preocupações com a segurança nacional e alimentar.
- O ex-presidente Donald Trump anunciou a implementação de tarifas que variam de 25% a 40% sobre diversos parceiros comerciais, com início em 1º de agosto de 2025.
- Atualmente, entidades chinesas possuem cerca de 107 mil hectares de terras agrícolas nos EUA, sendo a Smithfield Foods a maior detentora.
- As novas medidas visam proteger a agricultura americana e reforçar a segurança nacional, refletindo a filosofia “America First”.
O governo dos EUA anunciou a proibição da venda de terras agrícolas para compradores da China e de outros países considerados “inimigos”, como Rússia e Irã. A decisão foi divulgada pela Secretária de Agricultura, Brooke Rollins, que destacou preocupações com a segurança nacional e alimentar. A medida se alinha à crescente política comercial isolacionista dos Estados Unidos.
Simultaneamente, o ex-presidente Donald Trump reafirmou a implementação de tarifas sobre diversos parceiros comerciais, com uma nova data estabelecida para 1º de agosto de 2025. Em uma postagem em sua rede social, Trump garantiu que não haverá mais prazos ou adiamentos. As tarifas, que variam de 25% a 40%, afetam países como Coreia do Sul, Japão, Laos e Mianmar, e são parte de uma guerra comercial que ele reativou recentemente.
A Secretária de Agricultura, acompanhada pelos Secretários de Defesa e Segurança Interna, anunciou ações executivas para impedir a aquisição de terras por entidades estrangeiras. Atualmente, entidades chinesas possuem cerca de 107 mil hectares de terras agrícolas nos EUA, com a Smithfield Foods, adquirida em 2013, sendo a maior detentora. A medida visa não apenas proteger a agricultura americana, mas também reforçar a segurança nacional.
As novas tarifas e a proibição de vendas de terras refletem a filosofia “America First”, que tem guiado a agenda econômica de Trump. A incerteza em torno de suas decisões econômicas já impactou os mercados, que reagem negativamente a mudanças repentinas. A expectativa é que as novas tarifas possam provocar retaliações, levando a um ciclo de aumento de tarifas entre os países envolvidos.
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