- O Partido dos Trabalhadores (PT) e movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), organizam um ato em São Paulo no dia dez de agosto, às dezoito horas, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp).
- O objetivo é pressionar pela taxação de rendas acima de R$ 50 mil e pelo fim da jornada de trabalho 6×1.
- A manifestação ocorre após a derrubada de decretos que alteravam alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
- Os organizadores esperam grande participação e planejam criticar a resistência do Congresso e do Centrão às propostas do governo.
- O ato é convocado pelo deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) e visa incluir os pobres no Orçamento e os ricos na tributação.
Enquanto o governo Lula enfrenta dificuldades no Congresso, o Partido dos Trabalhadores (PT) e movimentos sociais, como o MTST, organizam um ato em São Paulo nesta quinta-feira, 10, às 18h, em frente ao Masp. O objetivo é pressionar pela taxação de rendas acima de R$ 50 mil e pelo fim da jornada de trabalho 6×1.
O protesto surge após a recente derrubada de decretos que alteravam alíquotas do IOF, uma medida defendida pelo governo. Os organizadores esperam que a manifestação atraia um grande público, com discursos que critiquem o Congresso e o Centrão, sem focar em figuras políticas específicas. A mobilização é vista como uma resposta à resistência de parlamentares em aprovar a proposta de um imposto mínimo sobre rendas mais altas.
A manifestação também busca destacar a necessidade de justiça fiscal, com a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Ana Paula Perles, coordenadora do MTST, afirmou que o ato visa incluir os pobres no Orçamento e os ricos na tributação. A expectativa é que a participação de movimentos sociais fortaleça o debate e pressione o Legislativo.
Além disso, o ato é convocado pelo deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP), que critica a postura de deputados em relação às pautas econômicas do governo. A mobilização é uma tentativa do PT de reposicionar-se e alinhar-se com as demandas populares, em um cenário onde a aprovação de Lula alcançou 47,3%, segundo pesquisa recente.
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