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Lula precisa negociar com EUA para reverter tarifaço, afirma Tarcísio

Tarcísio cobra governo Lula por esforço diplomático com EUA para reverter tarifa de 50% e evitar impacto às exportações brasileiras

"Das economias do G20, temos sido [o Brasil] a mais distante da Casa Branca", afirma Tarcísio
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  • O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, divulgou nota sobre o tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros anunciado pelos EUA, pelo presidente Donald Trump.
  • Ele disse que cabe ao governo federal, sob Lula, fazer esforço diplomático com maturidade política e visão de Estado, sem narrativas nem responsabilizar quem não está no poder.
  • Tarcísio afirmou ter visto pouca ação do governo Lula junto ao US Trade Representative, ao Departamento de Comércio e ao Departamento de Estado.
  • O governador afirmou que o Brasil é a nação do G20 mais distante da Casa Branca e não mantém negociações bilaterais ativas com os EUA.
  • Citou México e Argentina como exemplos de países que negociaram com Washington para evitar tarifas, com pragmatismo e bons desfechos após as negociações.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, EMitiu uma nota sobre o tarifaço de 50% imposto pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Em tom institucional, ele afirma que cabe ao governo federal buscar uma solução com maturidade política e visão de Estado, sem reduzir a responsabilidade ao novo governo.

Tarcísio critica a atuação do governo Lula, dizendo que há pouca iniciativa junto aos órgãos norte-americanos responsáveis pelas negociações comerciais. Segundo ele, ideologia não pode atrapalhar a solução prática de problemas de exportadores e empresas brasileiras.

Ele destacou que o Brasil aparece como uma das nações mais distantes da Casa Branca entre as economias do G20 e que não tem mantido negociações bilaterais ativas com os EUA. A nota aponta que é preciso reverter o cenário para reduzir impactos sobre o setor produtivo.

Caminhos e exemplos internacionais

O governador cita casos de México e Argentina, que teriam conseguido acordos com Washington mesmo em contextos políticos relevantes. Segundo a nota, o pragmatismo garantiu desfechos favoráveis após negociações intensas nesses casos.

Ele compara as abordagens, afirmando que países vizinhos conseguiram manter relações comerciais ativas e resolveram divergências sem entrar em conflito com a economia brasileira. O objetivo, diz a nota, é reduzir tarifas que atingem exportações de maior valor agregado.

Sobre a íntegra da posição

A íntegra da nota ressalta que as tarifas impactam negativamente o setor produtivo e ressaltam a importância de reindustrialização. O texto enfatiza que os EUA são grandes investidores diretos no Brasil e que relações próximas são desejáveis para ampliar negociações.

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