- Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, enfrenta uma crise política após a revelação de gastos pessoais de quase R$ 10 mil em seu cartão corporativo.
- A fatura de janeiro de 2021 inclui despesas em Pipa, no Rio Grande do Norte, durante um período em que ele já havia se afastado do cargo.
- Conselheiros da oposição articulam um processo de expulsão de Sanchez, que tenta recuperar influência política ao apoiar a candidatura de Antônio Roque Citadini.
- Aliados afirmam que ele pretende ressarcir os valores antes da abertura do processo, mas há ameaças de que faturas anteriores possam ser reveladas.
- O atual presidente, Augusto Mello, alertou os sócios sobre a possibilidade de retorno de Sanchez ao poder, aumentando a tensão interna no clube.
Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, enfrenta uma nova crise política no clube após a revelação de gastos pessoais em seu cartão corporativo. Uma fatura de janeiro de 2021 mostrou despesas que somam quase R$ 10 mil, incluindo gastos em Pipa (RN), um destino turístico de luxo, entre os dias 28 e 30 de dezembro de 2020, período em que já havia se afastado do cargo.
A situação gerou reações entre conselheiros da oposição, que agora articulam um processo de expulsão de Sanchez do quadro associativo. A movimentação ocorre em um momento em que ele tenta retomar influência política, apoiando uma possível candidatura de Antônio Roque Citadini, caso o atual presidente, Augusto Mello, não consiga se manter no cargo durante a Assembleia marcada para o dia 9 de agosto.
Aliados de Sanchez afirmam que ele pretende ressarcir os valores antes da abertura formal do processo de expulsão. No entanto, a situação se complica com ameaças de que faturas anteriores, referentes ao período de seu mandato, possam ser abertas, o que poderia agravar ainda mais sua situação.
Augusto Mello, por sua vez, já alertou os sócios sobre a possibilidade de retorno de Sanchez ao poder, caso não haja uma recondução ao cargo. A tensão interna no Corinthians aumenta à medida que as disputas políticas se intensificam, refletindo a fragilidade da atual gestão e a persistente influência do ex-presidente.
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