- Carlos Eduardo da Silva, conhecido como Gorila, foi preso em um motel em Duque de Caxias durante operação do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) na manhã de 9 de julho de 2025.
- A ação, realizada pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope), cumpriu 25 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão.
- Além de Gorila, foram detidos Lucas da Silva Ribeiro, gerente do tráfico no Complexo da Mangueirinha, e Sandro Wallace, que tinha mandado de prisão em aberto.
- A polícia apreendeu mais de 100 quilos de cocaína, cerca de R$ 50 mil, veículos e armamentos, incluindo um fuzil AK-47 Kalashnikov.
- As investigações foram intensificadas devido ao aumento da violência e do tráfico na região serrana, com foco nas localidades de Corte 8, Sapo e Santuário.
Um dos líderes do Comando Vermelho na região serrana do Rio de Janeiro foi preso na manhã desta quarta-feira, 9, em uma operação do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Carlos Eduardo da Silva, conhecido como Gorila, foi detido em um motel em Duque de Caxias, onde estava com a namorada. A ação foi realizada pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope).
Durante a operação, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão contra integrantes da facção criminosa. Além de Gorila, também foram presos Lucas da Silva Ribeiro, apontado como gerente do tráfico no Complexo da Mangueirinha, e Sandro Wallace, que possuía um mandado de prisão em aberto.
Na suíte onde Gorila foi encontrado, a polícia apreendeu um celular, dois relógios de grife e joias, incluindo um cordão de ouro com a inscrição “Lealdade Gorilão”. Ele foi surpreendido em trajes íntimos ao abrir a porta para a equipe policial.
Apreensões e Investigações
A operação, coordenada pela 4ª Promotoria de Justiça Criminal de Teresópolis e pela Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI), resultou na apreensão de mais de 100 kg de cocaína, cerca de R$ 50 mil em espécie, veículos e armamentos, incluindo um fuzil AK-47 Kalashnikov. Os suspeitos são investigados por homicídio e associação para o tráfico.
As investigações que levaram à operação foram intensificadas devido ao aumento da violência e do tráfico na região. As localidades de Corte 8, Sapo e Santuário foram os principais alvos das buscas. A operação contou com o apoio do Batalhão de Choque e do Batalhão de Ações com Cães da Polícia Militar do Rio de Janeiro, além da colaboração da Polícia Militar do Espírito Santo.
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