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Netanyahu promete nova ofensiva em Gaza se Hamas não entregar armamentos

Netanyahu condiciona a continuidade da trégua à desmilitarização do Hamas e ameaça retomar ofensiva militar em Gaza.

Lula diz que 'Trump poderia ser preso' se invasão do Capitólio tivesse acontecido no Brasil (Foto: Reprodução)
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  • O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou que pode retomar a ofensiva militar contra Gaza após a trégua de 60 dias, caso o Hamas não desmilitarize a região.
  • A declaração foi feita durante visita aos Estados Unidos, onde se reuniu com o presidente Donald Trump.
  • Netanyahu afirmou que a proposta em negociação exige que o Hamas abandone seu poder em Gaza.
  • Ele destacou que a responsabilidade pelos desacordos nas negociações é do Hamas e que seu governo busca maximizar a libertação de reféns.
  • Atualmente, a proposta prevê a libertação de dez reféns israelenses vivos e outros 18 mortos, com cerca de 50 reféns ainda em Gaza.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou nesta quinta-feira, 10, que poderá retomar a ofensiva militar contra Gaza ao final da trégua de 60 dias, caso o Hamas não desmilitarize a região e não depõe as armas. A declaração foi feita durante sua visita aos Estados Unidos, onde se reuniu com o presidente Donald Trump.

Netanyahu enfatizou que a proposta em negociação no Catar exige que o Hamas abandone seu poder em Gaza e desmilitarize a área. “Se não for alcançado por meio de negociações em 60 dias, o alcançaremos de outras maneiras, usando a força”, afirmou o premiê. A trégua atual, que ainda está sendo discutida, pode ser prorrogada se as partes não chegarem a um acordo sobre o futuro.

O primeiro-ministro destacou que a duração do conflito, que já se estende por mais de 22 meses, se deve à presença de milhares de combatentes armados no enclave. Ele também mencionou que seu governo busca maximizar a libertação de reféns em Gaza, embora reconheça que a responsabilidade pelos desacordos nas negociações recai sobre o Hamas.

Atualmente, a proposta em discussão prevê a libertação de dez reféns israelenses vivos e outros 18 mortos durante a trégua. Em Gaza, ainda permanecem cerca de 50 reféns, com a expectativa de que 20 deles estejam vivos. A situação continua tensa, e a comunidade internacional observa atentamente os desdobramentos das negociações.

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