- Fabíola da Costa, de 32 anos, sofreu um mal súbito em sua casa em Orlando, nos Estados Unidos, no dia 20 de setembro de 2024.
- Após ser levada ao hospital, enfrentou três paradas cardíacas e uma perfuração no pulmão, resultando em estado vegetativo.
- A família busca arrecadar entre 50 mil e 200 mil dólares para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea, necessária para seu retorno ao Brasil.
- O marido, Ubiratan Rodrigues da Nova, de 41 anos, deixou o trabalho para cuidar da esposa e dos filhos, enfrentando dificuldades financeiras.
- Após sete meses de internação, Fabíola apresenta alguns movimentos e reações a estímulos, e a família espera retornar a Juiz de Fora para tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Fabíola da Costa, de 32 anos, sofreu um mal súbito em sua casa em Orlando, nos Estados Unidos, no dia 20 de setembro de 2024. Após ser levada ao hospital pelos filhos, enfrentou três paradas cardíacas e uma perfuração no pulmão. Antes saudável, Fabíola agora está em estado vegetativo, resultado da falta de oxigenação no cérebro, e depende de cuidados intensivos.
A família, que se mudou do Brasil em busca de melhores oportunidades, enfrenta um desafio ainda maior: retornar ao Brasil para que Fabíola receba tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O marido, Ubiratan Rodrigues da Nova, de 41 anos, abandonou seu trabalho como caminhoneiro para cuidar da esposa e dos filhos. Ele relata que a sobrevivência da família depende de doações, já que os custos com fraldas e materiais de curativo não são cobertos pelo plano de saúde.
Luta pela UTI Aérea
Para que o retorno ao Brasil seja viável, a família precisa arrecadar entre 50 mil e 200 mil dólares para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea. Este transporte é essencial, pois conta com equipamentos médicos e profissionais de saúde para garantir a segurança de Fabíola durante o voo. A família já buscou ajuda no Consulado Brasileiro, mas não obteve suporte.
Após sete meses de internação, o estado de saúde de Fabíola se estabilizou. Ubiratan afirma que ela já apresenta alguns movimentos e reações a estímulos. O desejo de retornar a Juiz de Fora, onde podem contar com o apoio de parentes, é uma esperança constante. A luta pela vida de Fabíola é marcada pela fé e pela solidariedade, enquanto a família aguarda um milagre que permita sua recuperação.
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