- Agentes do Departamento de Segurança Interna (DHS) realizaram uma operação no Museu Nacional de Artes e Cultura Porto-Riquenha em Chicago na terça-feira.
- A ação gerou temor entre a equipe do museu e críticas à abordagem intimidatória dos agentes.
- A operação durou quase duas horas e contou com a presença de pelo menos 15 veículos do DHS.
- A deputada Delia Ramirez criticou a falta de identificação dos agentes, enquanto a secretária assistente do DHS, Tricia McLaughlin, afirmou que a operação não visava o museu, mas estava relacionada a uma investigação sobre crimes financeiros.
- A equipe do museu se recusou a permitir que os veículos do DHS permanecessem no estacionamento após o horário de fechamento.
Agentes do Departamento de Segurança Interna (DHS) realizaram uma operação no Museu Nacional de Artes e Cultura Porto-Riquenha em Chicago, na terça-feira, gerando temor entre a equipe e críticas à abordagem intimidatória. Com pelo menos 15 veículos do DHS presentes no local, a ação durou quase duas horas, conforme relatado pela diretora de educação e programação do museu, Veronica Ocasio.
Durante a operação, um agente não identificado foi autorizado a usar o banheiro do museu, mas acabou explorando as instalações em vez de sair imediatamente. Billy Ocasio, presidente do museu, afirmou que a presença dos agentes foi percebida como uma “intimidação ao estilo Gestapo”, deixando os funcionários assustados e despreparados. Veronica Ocasio reforçou que a equipe não permitirá esse tipo de intimidação em suas instalações.
A deputada Delia Ramirez, que representa a região onde o museu está localizado, criticou a falta de identificação dos agentes, afirmando que todos os oficiais de segurança devem se apresentar. Em resposta, a secretária assistente do DHS, Tricia McLaughlin, negou que o museu tenha sido alvo da operação, esclarecendo que a ação estava relacionada a uma investigação sobre crimes financeiros.
Veronica Ocasio também mencionou que os agentes discutiram eventos futuros do museu, como o Barrio ArtsFest, programado para o próximo fim de semana. A equipe do museu se recusou a permitir que os veículos do DHS permanecessem no estacionamento após o horário de fechamento, levando os agentes a deixarem o local antes das 17h.
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