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Trump visita Texas para avaliar estragos das enchentes que deixaram 120 mortos

Trump visita Texas após inundações que deixaram mais de 120 mortos e 170 desaparecidos, enquanto críticas à FEMA aumentam.

Donald Trump e a primeira-dama cumprimentam socorristas perto do Rio Guadalupe (Foto: Brendan Smialowski / AFP)
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  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, visitou o Texas em 11 de julho, após inundações que causaram mais de 120 mortes e 170 desaparecidos.
  • A tragédia afetou principalmente o Condado de Kerr, onde foram registradas pelo menos 96 mortes.
  • Trump se reuniu com famílias das vítimas e socorristas em Kerrville, enquanto a busca por desaparecidos, incluindo crianças de um acampamento, continua.
  • A falta de um sistema de alerta de enchentes na região gerou críticas, e a resposta da Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA) foi questionada por autoridades locais.
  • Trump ampliou a declaração de zona catastrófica para mais oito condados, permitindo acesso a recursos federais para a reconstrução.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, visitou o Texas nesta sexta-feira, 11 de julho, após inundações que resultaram em mais de 120 mortes e 170 desaparecidos. A tragédia, que afetou principalmente o Condado de Kerr, levou Trump a se reunir com famílias das vítimas e socorristas em Kerrville, onde foram registradas pelo menos 96 mortes.

Durante a visita, Trump expressou sua consternação com a devastação, afirmando que a situação é “horrível”. A busca por desaparecidos, incluindo cinco meninas de um acampamento de verão, já dura oito dias, com equipes de resgate enfrentando dificuldades em encontrar sobreviventes. A falta de um sistema de alerta de enchentes na região é um ponto crítico, já que um relatório anterior indicava a necessidade de medidas preventivas.

Críticas à Resposta do Governo

A resposta do governo federal, especialmente da Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA), tem sido alvo de críticas. Autoridades locais relataram que não foram informadas sobre os recursos disponíveis para a emergência. Democratas pedem investigações sobre a lentidão na resposta da FEMA, que teria sido afetada por novas políticas burocráticas.

Trump, que anteriormente considerou a eliminação da FEMA, agora ampliou a declaração de zona catastrófica para mais oito condados, permitindo acesso a financiamento federal para a reconstrução. A situação se agrava com previsões de novas chuvas torrenciais na região, aumentando a preocupação das famílias afetadas.

Futuro da FEMA

As enchentes reacenderam o debate sobre a FEMA. Embora Trump tenha manifestado o desejo de que a agência “desaparecesse”, a administração parece ter recuado dessa posição. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, não respondeu se ainda há planos para fechar a FEMA. Recentemente, Trump adotou um tom mais cauteloso, afirmando que a agência está “ocupada trabalhando”.

A Casa Branca criou um conselho de revisão para supervisionar mudanças na FEMA, que deve apresentar um relatório com recomendações em novembro. A falta de um sistema de alerta no Condado de Kerr, apesar de alertas prévios sobre o risco de inundações, levanta questões sobre a responsabilidade das autoridades em situações de emergência.

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