- A Casa Branca demitiu vários assessores do Conselho de Segurança Nacional, incluindo Brian Walsh e Thomas Boodry.
- A decisão ocorreu após reunião com a ativista Laura Loomer, que apresentou uma lista de funcionários considerados desleais ao presidente Donald Trump.
- O número exato de demitidos não foi confirmado; o The New York Times reporta seis dispensas, enquanto o The Washington Post menciona ao menos três.
- As demissões seguem o escândalo conhecido como Signalgate, que envolveu a inclusão acidental de um jornalista em discussões sobre planos de guerra dos Estados Unidos.
- A reunião com Loomer foi tensa, e sua campanha visa assessores que têm ligações com críticos de Trump, refletindo a busca por lealdade na administração.
A Casa Branca anunciou, nesta quinta-feira, 3, a demissão de vários assessores do Conselho de Segurança Nacional, incluindo Brian Walsh e Thomas Boodry. A decisão foi tomada após uma reunião com a ativista de extrema direita Laura Loomer, que apresentou uma lista de funcionários considerados desleais ao presidente Donald Trump.
O número exato de demitidos ainda não foi confirmado. O The New York Times reporta que seis funcionários foram dispensados, enquanto o The Washington Post menciona ao menos três. O porta-voz da Casa Branca, Brian Hughes, afirmou que o Conselho não comentará sobre o assunto.
As demissões ocorrem em um contexto de tensão interna, uma semana após o escândalo conhecido como Signalgate, que envolveu a inclusão acidental de um jornalista em um grupo de discussão sobre planos de guerra dos EUA. O jornalista, Jeffrey Goldberg, foi convidado pelo conselheiro de segurança nacional Michael Waltz.
Reunião Controversa
Durante a reunião com Loomer, Waltz tentou defender alguns de seus assessores, mas sua intervenção foi considerada “incrivelmente desconfortante” por fontes do The Washington Post. Loomer tem promovido uma campanha contra assessores de Waltz, acusando-os de deslealdade por suas ligações anteriores com críticos de Trump.
As demissões representam a primeira grande reformulação na equipe de nomeados republicanos desde que Trump assumiu seu segundo mandato. Os alvos parecem ser aqueles que, de alguma forma, destoam das visões do presidente ou têm vínculos com ex-funcionários democratas. A situação reflete a busca de Trump por lealdade em sua administração, especialmente após episódios de descontentamento com assessores.
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