- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou tarifas de 30% sobre produtos do México e da União Europeia, a partir de 1º de agosto.
- A medida é uma resposta à imigração irregular e ao tráfico de drogas.
- O ministro da Economia do México, Marcelo Ebrard, confirmou que o país está em negociações com os EUA para evitar as tarifas, que considera injustas.
- Uma mesa de trabalho foi criada para discutir temas bilaterais, como segurança e migração.
- A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, criticou as tarifas e afirmou que a União Europeia tomará medidas para proteger seus interesses.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a imposição de tarifas de 30% sobre produtos do México e da União Europeia, a partir de 1º de agosto. A medida é justificada como uma resposta à imigração irregular e ao tráfico de drogas. O ministro da Economia do México, Marcelo Ebrard, confirmou que o país está em negociações com os EUA para evitar as tarifas, que considera injustas.
Em um comunicado, Ebrard informou que uma mesa de trabalho foi estabelecida para discutir temas bilaterais, incluindo segurança, migração e a relação econômica entre os dois países. As autoridades mexicanas se reuniram com representantes dos Departamentos de Estado, Comércio e Energia dos EUA, onde expressaram sua insatisfação com a decisão de Trump. “Se tratava de uma medida injusta e que não estávamos de acordo,” afirmaram.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, também manifestou preocupação com as tarifas e expressou confiança em que um acordo será alcançado. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, criticou as tarifas e afirmou que a UE tomará todas as medidas necessárias para proteger seus interesses, incluindo a possibilidade de contramedidas proporcionais.
Trump argumentou que as tarifas visam combater a crise do fentanil e reduzir o déficit comercial dos EUA com a Europa. O México, que depende fortemente das exportações para os EUA, está sob pressão para encontrar uma solução antes do prazo estipulado. As negociações entre os dois países seguem em andamento, com o objetivo de proteger empresas e empregos em ambos os lados da fronteira.
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